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		<title>Primeiro blog : CARANGOLA NOTÍCIAS</title>
		<link>http://carangolanoticias.criarumblog.com/Primeiro-blog-b1.htm</link>
		<description>Carangola Notícias</description>
		<lastBuildDate>Sun, 21 Mar 2010 14:42:27 GMT</lastBuildDate>
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			<title>Primeiro blog : CARANGOLA NOTÍCIAS</title>
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		<title>Vereador Candinho sofre "agessão"...</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-03-06T02:31:03Z</pubDate>
		<description>&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i64.servimg.com/u/f64/12/94/43/72/candin10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;243&quot; height=&quot;151&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O vereador e presidente da Câmara Municipal de Carangola-MG, o Candinho, foi agredido no bairro Panorama. Segundo o &amp;quot;B.O.&amp;quot; nº. M1377-2009-0000636, da Polícia Militar, no dia 26/01/2010, no bairro do &amp;quot;Ninico&amp;quot; (Panorama) o presidente da câmara foi agredido por um dos moradores. A agressão pode ter sido motivada, pela atitude da suposta vítima ter levado uma máquina para derrubar algumas casas que estão comprometidas, com ameaça de desabamento. Lembrando que caso se arrasta, sem solução há mais de 3 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jorrnal do Vale, fez uma ampla matéria sobre o caso, disponibilizando uma página, com direito a entrevistas e tudo mais. O mesmo jornal na expôs, a opinião dos populares, que há anos estão sem casas, e sendo enrolados pelo bando político carangolense. A agressão, não pode ser um meio de justificativa, nem tampouco fazer justiça com as próprias mãos seja o indicado. Mas, por outro lado, o que se vê, é o fim da paciência daqueles que tiveram seus bens (moradias) transformados em escombros. Posteriormente, um monte de aves-de-rapinas, pousando de bons samaritanos e trazendo soluções verbais para engabelar a população, com promessas que nunca foram cumpridas. Dente eles, a suposta vítima Candinho. A maior agressão, é a que vem sendo praticada pelos políticos carangolenses contra este povo desprovido, haja visto que não se viu nenhuma solução, nem pelo poder executivo, nem tampouco um posicionamento da Justiça. Que Justiça é essa, que democracia é essa, onde a balança só pesa para o lado pode??!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior, é que tem coragem de fala de violência. Certamente podem utiliza o termo, pois, disso eles entendem muito bem: violência moral, violência psicológica, violência do descaso, do desmanzelo e etc... Quem foi violentado, e está, violentadon esta cidade é o povo, que além de tudo, está refém da própria sorte. Quantos políticos de Carangola, já foam para a cadeia???????&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E olha que por falta de absurdos, desvios e toda sorte de desmando é que não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu com este vereador eleito por dó, ou melhor, por pena e clemência, está na eminência de ocorrer com outros. A paciência popular já está no limite, e farra corre solta sem punição. Este é o verdadeiro retrato do cenário político e jurídico do país. Salvo alguns, promotores de brio e ombridade, embuídos do verdadeiro espírito da justiça e com vontade de trabalhar sem medo de represálias ou retalhações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamenta-se pelo fato, a vítima, agora se tornou ainda mais vítima, devido o surto de impaciência, diante do descaso e a cara-de-pau do presidente da câmara, que é apadrinhado político de Nolasco. O que justifica, a defesa do então Flávio Minicucci, que é&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Filme: "Lula o Filho do Brasil". Será que seria este mesmo o título do filme?!</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-21T01:30:14Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 10px; text-indent: 15px&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/cena_d10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dizem que só sabemos criticar... Primeiro o ex-torneiro, num acidente de trabalho, um &amp;quot;acidente&amp;quot; e que, por milagre só perdeu a &amp;quot;unha&amp;quot;, em conseqüência um milagre ainda maior; aposentou, enquanto sou testemunhas de dezenas, centenas e milhares de cidadãos que procuram as agências do INSS faltanto membros inferiores, e ainda assim, não passam na perícia. É mole!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/lula_f10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;249&quot; height=&quot;94&quot; /&gt; &lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/lula-o10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, vejam os patrocinadores do filme: &amp;quot;Lula o Filho do Brasil&amp;quot;, será que os senhores sabem me informar se já ouviram alguns dos nomes infra-relacionados? O que os senhores acham da elaboração do filme às vésperas das eleições? Há quem diga que Lula, não é candidato a nada, pode não ser agora, mas, para 2014 podem esperar! Mas, de qualquer forma, a gana de lançar Dilma &amp;quot;integrante de quadrilha assaltantes e anarquistas&amp;quot; é latente e vale tudo, até apelar para um filmesinho de melodrama, com artistas globais (que surpresa heim!!!). Olha Globo aí de novo gente!!! Olha a Brasiltelecon também... Sabe quem é um dos donos da dita cuja?!! Advinhe se puder...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, o baixinho presidente, no filme está com 1,80 alt... rsrsrs...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrando que a população brasileira é patrocinadora indireta do filme, que é de uma cultura í­mpar, com um teor didático fora do comum, bem a altura... rsrsrs...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo os partrocinadores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheçam os patrocinadores de &amp;quot;Lula, o Filho do Brasil&amp;quot; e suas relações com o Governo Federal. É de pai pra filho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AmBev:&lt;/strong&gt; Em 2005, o BNDES destinou R$ 319 milhões de reais para a empresa de bebidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Camargo Corrêia:&lt;/strong&gt; A construtora participa das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), tendo recebido, em 2008, R$ 102,7 milhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CPFL Energia:&lt;/strong&gt; O controle da distribuidora de energia está dividido entre a Camargo Corrêia, o BNDES e fundos de pensões de estatais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EBX:&lt;/strong&gt; Os empréstimos feitos pelo BNDES às empresas de Eike Batista ultrapassam R$ 3 bilhões de reais só neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GDF Suez:&lt;/strong&gt; A empresa faz parte do consórcio responsável pelas obras da hidrelétrica de Jirau e recebeu do BNDES empréstimo de  R$ 7,2 bilhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grendene:&lt;/strong&gt; O BNDES aprovou, em 2008, financiamento de R$ 314 milhões de reais para a aquisição total do controle acionário da Calçados Azaléia pela Vulcabrás dos mesmos controladores da Grendene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hyundai:&lt;/strong&gt; Em 2007, o governo federal deu uma mãozinha para a implantação da fábrica da montadora em Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Neoenergia:&lt;/strong&gt; O Banco do Brasil e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do BB) detém, juntos, 61% da companhia. Em 2008, o BNDES aprovou crédito superior a R$ 600 milhões de reais para a construção de usinas pelo grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OAS:&lt;/strong&gt; Foi uma das financiadoras da campanha de reeleção de Lula. Participa das obras do PAC, tendo recebido, em 2007, R$ 107 milhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Odebrecht:&lt;/strong&gt; Venceu em 2007, em parceria com a estatal Furnas, a licitações para a construção da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira. O valor do investimento foi definido em R$ 9,5 bilhões de reais, com 75% do total financiado pelo BNDES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Oi:&lt;/strong&gt; O BNDES aprovou, na semana passada, financiamento de 4,4 bilhões de reais, o maior valor já concedido para uma empresa de telecomunicações. Desde a aquisição da Brasil Telecom (Br.T), bancos públicos já aprovaram empréstimos de mais de 11 bilhões de reais ao grupo Oi. O BNDES e a Previ têm participação no bloco de controle da companhia de telefonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Volkswagen:&lt;/strong&gt; Tem contrato com o governo para o programa Caminho da Escola para a renovação da frota de ônibus escolares. Em agosto, entregou o primeiro lote de 1&amp;#8201;.100 veículos, pelo qual recebeu 223 milhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(o quadro acima é da revista VEJA, que muitos adoram xingar; mas os números são todos verí­dicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Imprensa Marrom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do exposto, você acha que o título está correto ou mudaria? Qual o título deveria ter o filme??? Fala sério!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Winston  Sales&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/winsto11.jpg&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;123&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://carangolanoticias.criarumblog.com/Primeiro-blog-b1/Filme-Lula-o-Filho-do-Brasil-Sera-que-seria-este-mesmo-o-titulo-do-filme-b1-p80.htm</guid>
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		<title>"Projeto de Lei Para Legalizar a Corrupção". Verdade ou Mentira... Saibam mais...</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-12T15:02:25Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Senhoras e Senhores internautas, devemos ficar atentos com as informações que circulam pela internet, pois há, muita facilidade em se denegrir a imagem de quem quer que seja com muita facilidade e velocidade. Que há muitas, inúmeras podridões no senário político brasileiro, isto ninguém tem dúvidas, mas, no caso em questão, onde é citado o nome do Dep. Federal Jutahy Magalhães Júnior - (PSDB-BA), está sendo apontado através da internet, e pelo link (&lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://www.e-farsas.com/corrente_jutahy_junior.htm&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;http://www.e-farsas.com/corrente_jutahy_junior.htm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;), como autor de um projeto de Lei que assegura aos políticos a livre e legalizada corrupção e proibição de investigações por parte do poder judiciário e etc... Recebi a mensagem via e-mail, e, por questão de responsabilidade nas matérias, editoriais e artigos que escrevo em meu blog, busquei mais informações, e trago à público as seguintes apurações que me levam ao descrédito da notícia veiculada e de seu autor, que poderá responder judicialmente pelo dibulgado, com um agravante, utilizando o nome do renomado jornalista Franklin Martins. Ainda que fosse o nome de quem quer se seja. Segue alguns procedimentos que tomei na apuração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Acesso ao site da Câmara Federal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O autor não cita o nº do projeto nem o ano;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/Internet/Deputado/default.asp&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;http://www.camara.gov.br/Internet/Deputado/default.asp&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt; (nada consta ao citado projeto);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/Internet/Deputado/Dep_Detalhe.asp?id=520403&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;http://www.camara.gov.br/Internet/Deputado/Dep_Detalhe.asp?id=520403&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt; (neste link obtemos detalhes do deputado Jutahy Magalhães);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O Deputado Jutahy Junior esclarece essa história no endereço - &lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/jutahyjunior/Imprensa/vejane.htm&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;http://www.camara.gov.br/jutahyjunior/Imprensa/vejane.htm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt; (neste, o deputado esclarece os detalhes da notícia veículada);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não consta nenhum projeto de Lei, por parte do Deputado Jutahy, e sim, 11 Emendas de Plenário. Qual o nº do projeto de Lei e ano?;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O autor cita que a matéria foi ao ar através da Emissora Rede Globo: (Em qual programa, qual o horário? Não é citado);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que tomar muito cuidado e buscar apurar as informações que nos cheguam antes de as remetê-las para outrem... Chamo a atenção de todos para estas questões...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veio até mim, via e-mail o seguinte texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&amp;quot;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;Um deputado chamado Jutahy Magalhães  , do  PFL da Bahia, é o autor de um&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;projeto de lei que  legaliza a  corrupção em nosso país (que parece não&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser muita!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto, conforme matéria da Rede Globo, proíbe o Ministério Público de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;investigar atos de corrupção de Presidente da República, Governadores de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estados, Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Prefeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a nova lei, que já foi  aprovada em primeiro turno no&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;congresso, esse pessoal aí  vai deitar e rolar com o dinheiro público sem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;serem  importunados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto, conforme matéria da Rede Globo, proíbe o Ministério Público de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;investigar atos de corrupção de Presidente da República, Governadores de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estados, Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Prefeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a nova lei, que já foi  aprovada em primeiro turno no&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;congresso, esse pessoal aí  vai deitar e rolar com o dinheiro público sem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;serem  importunados.&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhes observados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Um deputado &amp;quot;chamado&amp;quot; Jutahy Magalhães; Jutahy Magalhães é próprio deputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Autor do projeto de Lei: &amp;quot;qual o nº do projeto e o ano?;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Matéria da Rede Globo: &amp;quot;Em qual programa, data dia hora em que foi ao ar? Onde está o Link de acesso ao programa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&amp;quot;de acordo com nova Lei, que ja foi aprobada em primeiro turno no congresso...&amp;quot; Bom, se foi aprovada em primeiro turno não tem como ser ainda Lei, e sim, ainda um projeto. Onde está o nº do tal projeto e em que data isso foi aprovado em primeiro turno? Não consta nada no Congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-é citado que, meia dúzia de parlamentares mal intecionado e etc... &amp;quot;Gente, para se aprovar uma Lei, ou seja lá o que for, precisa da maioria, e 6 apenas, como seria possível tal aprovação??? Vamos ficar atentos as notícias que nos chegam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/jutahy10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;152&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; color: #333333; font-family: Verdana&quot;&gt;JUTAHY JUNIOR &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; color: #333333; font-family: Verdana&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;!-- ******************** alterar apra span remover font ****************** --&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: Verdana&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Nome Civil: JUTAHY MAGALHÃES JÚNIOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aniversário: 14 / 10 - Profissão: Advogado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partido/UF: PSDB - BA - Titular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabinete: 407 - Anexo: IV  - Telefone:(61) 3215-5407 - Fax:(61) 3215-2407&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legislaturas: 83/87 87/91 91/95 99/03 03/07 07/11 &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: Verdana&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www2.camara.gov.br/internet/deputados/biodeputado/index.html?nome=JUTAHY+JUNIOR&amp;amp;leg=53&quot; target=&quot;_top&quot; title=&quot;Biografia do Deputado JUTAHY JUNIOR&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Biografia&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: #333333; font-family: Verdana&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Titular das Comissões: &lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/Internet/Deputado/Dep_Detalhe.asp?id=520403##&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Hyperlink4&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;CCJC&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;, &lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/Internet/Deputado/Dep_Detalhe.asp?id=520403##&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Hyperlink4&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;PEC02299&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#ffffff&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Assim fica exposta a minha opinião:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-A informação veiculada é uma farsa, até que aparecessam e sejam respondidas as questões acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Quanto a &amp;quot;lata de lixo&amp;quot; senado, câmara e afins, ninguém pode negar que a maioria está contaminada de toda sorte de imundice administrativa e etc... Lamentavelmente, o retrato de nossa política e políticos é assustador. Nunca se viu tanta roubalheira e tão poucas apurações dos fatos, pelo contrário, o que se vê é, um governo procurando, buscando e pior, conseguindo embargar, interromper, impedir, atrasar e evitar quaisquer tipo de apuração investigativa... O que se vê é o assombroso desinteresse daqueles que deveriam estar lutando em pról do povo e da decência neste país. O que está longe de se ver!!! Denunciar a quem? Pois corremos o risco de está levando alguma denúncia à aquele que por ventura possa também estar envolvido, aí já viu né!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Bom, mas daí, espalhar falsas informações é crime, além de uma grande covardia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Concito a todos que zelem e apurem as informações que são chegada até nós. E não nos nivelemos por baixo, tentemos ao menos fazermos justiça, ainda que sejamos vítimas da falta dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Que Deus nos abençoe e nos ilumine, dando-nos forças para enfrentar tanta imundice política.&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/jutahy11.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: Site Google.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/winsto10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Winston: De qualquer forma estamos de &amp;quot;olho&amp;quot;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;2010 já chegou e as eleições estão aí!!! Fique você também de olho e os ponham de molho!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Seus políticos corruptos, mensaleiros, cuequeiros e etc..., nestas eleições estamos de olho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/winsto11.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dia elaEm que dia ela foi aprovada no Congresso? Se foi votada no primeiro turno, não é uma nova lei. É ainda um projeto de lei. foi aprovada no Congresso? Se foi votada no primeiro turno, não é uma nova lei. É ainda um projeto de lei.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Bancas Bárbaras – para entender o caso</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-10T21:04:36Z</pubDate>
		<description>&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/banca_11.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;strong&gt;Terminava o ano de 1998&lt;/strong&gt;, e o &lt;strong&gt;SPTV da Globo&lt;/strong&gt; iniciou uma série de &lt;strong&gt;reportagens bombásticas&lt;/strong&gt; sobre um &lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://epoca.globo.com/edic/19990524/brasil7.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;esquema de pagamento de propinas nas subprefeituras paulistanas&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;. Era sujeira da grossa, envolvia vereadores (que indicavam os subprefeitos), subprefeitos, fiscais. As vítimas da extorsão eram &lt;strong&gt;camelôs&lt;/strong&gt; (regulares e irregulares), &lt;strong&gt;jornaleiros&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;pessoas que faziam obras&lt;/strong&gt; em casa ou comércio. O episódio foi chamado, à época, de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Máfia dos Fiscais”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, e culminou com o &lt;strong&gt;afastamento temporário do então prefeito Celso Pitta&lt;/strong&gt;, além da &lt;strong&gt;cassação e prisão&lt;/strong&gt; de vereadores (Vicente Viscome, Hanna Garib). Você se lembra disso? Não? &lt;strong&gt;No link aí de cima, tem uma palhinha.&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Então, como eu ia dizendo: a merda só baixou quando o &lt;strong&gt;Ministério Público&lt;/strong&gt; entrou na fita e resolveu pôr ordem na zona. Para tanto, &lt;strong&gt;firmou com a PMSP um TAC&lt;/strong&gt; (Termo de Ajustamento de Conduta), determinando que a prefeitura &lt;strong&gt;fiscalizasse rigorosamente&lt;/strong&gt; todos os camelôs e jornaleiros da cidade, fazendo cumprir a lei de maneira estrita (é, por aqui é preciso “mandar” o Adm. Público cumprir a lei). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Só que o negócio, no que diz respeito a bancas de jornais, &lt;strong&gt;era uma bagunça secular:&lt;/strong&gt; cada subprefeitura tinha um “critério” diferente para dizer o que podia e o que não podia, e &lt;strong&gt;os jornaleiros foram os alvos mais visíveis&lt;/strong&gt; da ação da prefeitura (afinal, não dá pra pegar a banca, pôr nas costas e sair correndo, né?): equipes do &lt;strong&gt;“rapa”&lt;/strong&gt; (fiscalização) e &lt;strong&gt;Guarda Municipal&lt;/strong&gt; saíam em arrastões pela cidade, recolhendo tudo o que encontravam fora do permitido e tacavam nos caminhões; &lt;strong&gt;bancas em locais irregulares foram removidas&lt;/strong&gt;, fiscais mediam as bancas e determinavam redução na metragem, houve recadastramento, coisa e tal. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Tá, mas e a &lt;strong&gt;Barbara Gancia&lt;/strong&gt;, o que tem a ver com isso? &lt;strong&gt;Até então, &lt;span style=&quot;text-decoration: underline&quot;&gt;nada.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;strong&gt;Entra 2001, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;assume a Marta Suplicy&lt;/strong&gt;, e a fiscalização segue, feroz. Afinal, o PT propôs até CPI na Câmara Municipal pra investigar as tais extorsões e, politicamente, &lt;strong&gt;foi o grande beneficiado&lt;/strong&gt; pelo imbróglio. A tal banca do Ciro, citada, estava com a batata assando, pois &lt;strong&gt;era descaradamente irregular.&lt;/strong&gt; Tanto isto é verdade que &lt;strong&gt;o proprietário,&lt;/strong&gt; vendo a viola em cacos (e eu não entendo até hoje como ele conseguiu continuar com a banca na rua),&lt;strong&gt; chegou a montar uma revistaria&lt;/strong&gt; (loja) chique &lt;strong&gt;em frente à banca&lt;/strong&gt;, com o fito de continuar trabalhando. Em 2001/2002, era até engraçado ver aquela bancona na frente da loja, como se fossem concorrentes. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Ainda nessa época, era bastante comum &lt;strong&gt;a Barbarica sentar o porrete na &lt;em&gt;“Martaxa”&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;em suas tribunas (nem sei se foi ela que deu esse apelido à prefeita).  Ciro era (ou é, nem sei por onde anda) um jornaleiro bastante importante, um dos maiores de SP. Importante e arrogante (como a sua cliente): chegava na distribuidora de revistas “pagando de cão”, reclamando com os funcionários, recusando mercadoria consignada. E gostava de mostrar &lt;em&gt;(Bozó feelings)&lt;/em&gt; um “crachá da Rede Globo”. Fausto Silva mandou vários “abraços” a ele, nas tardes de domingão. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;strong&gt;Um belo dia&lt;/strong&gt;, não se sabe como, (afinal, Barbara nem é “amiga” dele), sai, na coluna da fulana na Folha, &lt;strong&gt;uma nota condenando a PMSP&lt;/strong&gt; por &lt;strong&gt;determinar a retirada daquele monstrengo&lt;/strong&gt; do meio da ilha (desculpem-me, mas eu não encontrei a versão eletrônica da coluna para linkar). De cabeça, acho que até rolava uma &lt;em&gt;“proposta de ação coletiva”&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;(a.k.a. abaixo assinado da &lt;em&gt;confraria Bolinha/Pandoro/Pizza do Faustão&lt;/em&gt;)&lt;/strong&gt; para manter o Ciro no lugar errado. Enquanto isso, &lt;strong&gt;dezenas de jornaleiros “sem amigos”&lt;/strong&gt;, nas mesmas condições, &lt;strong&gt;eram removidos dos lugares errados&lt;/strong&gt;. Posso citar, por exemplo, a banca defronte ao Anglo (Rua Sergipe), e a banca do Mario (em frente à igreja da Cruz Torta). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Parei de acompanhar essa refrega bancas x PMSP há muito tempo. Nem sei mais do tal Ciro. &lt;strong&gt;Só sei que ele não comeu a minha mãe. &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Essa historinha toda (e o bate-tecla de ontem) foi pra ilustrar como funciona a cabeça do &lt;em&gt;&lt;strong&gt;paulistano-bacana-descolado-que-lê-a-vejinha-segue-a-barbarica-no-twitter-e-curte-levar-toco-dela-na-revista-da-folha.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Eles gritam histéricos contra corrupção, falcatruas e benesses indevidas, &lt;strong&gt;contanto que o beneficiário não seja um deles&lt;/strong&gt;. Aí,&lt;em&gt; “há de se abrir uma brechinha, não se pode levar tudo a ferro e fogo!”&lt;/em&gt;. A gentalha não pode construir barraco na Serra do Mar, mas os bacanas podem construir pousadas paradisíacas na Ilha Grande. &lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ão os mesmos&lt;/strong&gt; que vaticinam na TV, jornal, internet: &lt;strong&gt;a maior praga do Brasil é o “jeitinho brasileiro”. &lt;/strong&gt;Falô, então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://comfelelimao.wordpress.com/&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;http://comfelelimao.wordpress.com&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>RATOS POLÍTICOS RÓEM A MEMÓRIA DO POVO</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-09T07:00:07Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/ratos_10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é comum num país da roubalheira disseminada e impunemente, a ninhada se reúnem e fazem a festa com o herário público; e o STF o que está fazendo? Prendem uns e outros e já acham que fizeram muito!!! É brincadeira! As farras estão aí aos olhos de todos e nada é feito. VIVA o STF; E mais viva ainda é para o SENADO conveniente aos seus interesses... Já passou da hora de haver uma intervenção neste país, e fazer valer Leis com Justiça de fato...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ACORDA PARA OS FATOS ELEITOR! ACORDA MENSALEIROS! NÃO UM BOLSA-FAMÍLIA QUE VAI LHE MANTER PARA SEMPRE! NÃO VENDAM SEU(S) VOTOS POR UMA ESMOLA MENSAL, COM A DESCULPA DE EDUCAÇÃO!!! OS RATOS ESTÃO ROENDO SUAS MEMÓRIAS?! ENTÃO DESPERTEM O QUANTO CEDO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#800000&quot;&gt;Se a democracia brasileira é representativa, significa dizer que o poder é do próprio povo. Então, porque aqueles que ocupam cargos políticos, na maioria das vezes, beneficiam a si próprio e sua parentela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria isso um crime contra a população? E o(s) delito(s) cometido(s): significa cada um mais outro crime?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não há representação, se a voz do povo não serve para contribuir – exceto em vésperas de eleições – no mandato do representante, então não é uma democracia de fato. Atos e fatos distorcem a realidade de compreensão de quem acredita em algo absolutamente inelegível. Se um mandato significa missão, cumprir a vontade do povo é obrigação. Afinal foram as “promessas” que tornou o político legítimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que democracia estamos vivendo???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rousseau foi quem melhor descreveu - definiu - o ideal da democracia, que hoje está em conflito - em rota de colisão - com as democracias reais: &amp;quot;uma sociedade somente será democrática quando ninguém for tão rico que possa comprar alguém e ninguém que seja tão probre que tenha que se vender a alguém.&amp;quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdade absoluta, na sua totalidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode então concluir que jamais teremos uma verdadeira democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acorda Brasil! Enquanto se dorme, os ratos-políticos roem nossa memória!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte dos parágrafos em marron: &lt;a href=&quot;http://assuntoopinado.blogspot.com/&quot;&gt;http://assuntoopinado.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Senado brasileiro gastará R$ 1,9 milhão com mais uma praça de alimentação</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-09T06:43:17Z</pubDate>
		<description>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Parece brincadeira mas é o mais puro fato, o senado gastará dos cofres públicos mais de R$ 1,9 milhão, para a construção uma nova praça de almentação. A Ratolândia-DF, mostra mais uma vez sua competência em entornar o leite da mãe Brasil. Enquanto isso, nós povinho atoleramos de braços cruzados as farras dos bois. Gostaria de saber onde estão os caras-pintadas??? Enquanto isso, professores e outras classes trabalhadoras vão morrendo e sem ver seus honorários sendo furtados e seus direitos esquecidos. Onde estão a revisão das perdas salariais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os funcionários que ganharam a nova praça, são os de lá, da Ratolândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Folha Online&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Na primeira licitação do ano, o Senado abriu concorrência para contratar empresa que construa uma nova praça de alimentação, que poderá custar até R$ 1,92 milhão. A obra será feita no estacionamento dos blocos de apoio da casa. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Segundo o edital de 96 páginas, publicado no &amp;quot;Diário Oficial&amp;quot; da União desta quinta-feira, o pregão está marcado para o dia 9 de fevereiro. A previsão é de que a nova praça de alimentação esteja pronta em julho. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;A área, que irá abrigar restaurantes e lanchonetes, deve ter cerca de 1.000 m2, segundo o edital. A Direção do Senado justifica que a obra irá proporcionar aos funcionários &amp;quot;serviços de alimentação que atendam todas as determinações da vigilância sanitária&amp;quot;. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;O edital exige que a empresa contratada faça o serviço em três turnos todos os dias. O prazo máximo para a conclusão é de 120 dias. A nova praça ficará sobre uma estrutura metálica, que custará R$ 340 mil. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Ontem, o Senado divulgou que os gastos com pagamentos de horas extras aumentaram R$ 3,7 milhões no ano passado, mesmo depois do anúncio de medidas para reduzir as despesas da Casa tomadas em meio à crise política que atingiu a instituição no ano passado. Segundo informações da Secretaria de Comunicação do Senado, os gastos com horas extras no ano passado subiram de R$ 83,9 milhões em 2008 para R$ 87,7 milhões em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/_rato-10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Brasília está cheias de &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www1.folha.uol.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Winston&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--noindex--&gt;&lt;!--PRINT:EXCLUDE--&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://carangolanoticias.criarumblog.com/Primeiro-blog-b1/Senado-brasileiro-gastara-R-19-milhao-com-mais-uma-praca-de-alimentacao-b1-p76.htm</guid>
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		<title>13 Mortos num acidente Van e Carreta em Patos de Minas BR365</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-09T04:15:00Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Segundo informações, o acidente aconteceu no início do dia 08/01/2010, por volta dás 5h40, na BR-365, entre os Km&#039;s-377 e 380, próximo a cidade Patos de Minas uns 30 Km., que fica aproximadamente 400 Km da Capital Mineira. A carreta colidiu de frente com a van, que transportava 18 passageiros, dos quais, 12 morreram, dentre as vítimas três crianças. As outras seis pessos feridas foram socorridas e encaminhadas para atendimento no pronto socorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motorista do carreta foi socorrido anida com vida, mas, não suportou os ferimentos e veio a entrar em óbito nesta tarde, após ter sido atendido no hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A van de turismo, placa: EDO-5786 - Américo Brasiliense-SP (município próximo a Araraquara); segundo informações colhida na ANTT (Agência Nacional de Trânsito Terrestre) não estava cadastrada em empresas de fretamento nem com permissão para fazer o transporte de passageiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 18 passageiros tinham ido passar as festas de fim de ano no interior de São Paulo, e estavam retornando às cidades de origem, municípios de Ipirá e Capela do Alto Alegre, perto de Feira de Santana (BA), conforme informações colhidas pelos bombeiros junto aos sobreviventes. A van seguia em velocidade acima da permitida, não chovia quando ocorreu o acidente. O motorista da van, de 21 anos morreu no local, Já o motorista da carreta, Carlos Humberto da Costa, 51 anos, natural de Uberlândia, morreu quando passava por cirurgia no hospital de Patos de Minas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entre os mortos estão:&lt;/strong&gt; 1 casal de irmãos de 1 e 5 anos, e os seus pais; 1 garoto de 2 anos e seu pai também morreram, além de uma jovem de 15 anos. A passageira que estava grávida sofreu apenas ferimentos leve e passa bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações de testemunhas certifica que os ocupantes da van levavam muitos embrulhos de presentes para os seus familiares, muito deste embrulhos ficaram espalhados pelo local. A BR-365, é um importante trecho de ligação do Triângulo Mineiro ao Norte do Estado, com intenso tráfego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo número de passageiros, constata-se que a van estava com excesso de passageiros (o que é ilegal) para o modelo em questão, o motorista da van teria invadido a contr-mão e colidido de frente com a carreta, que estava transportando, aproximadamente 22 toneladas de fumo (tabaco), informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) que atendeu a ocorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impacto da bantida foi tão forte, que ambos os veículos foram arremessados para fora da pista, caindo em um barrando de aproximadamente três metros de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inquérito foi instaurado pela Polícia Civil de Patos de Minas, aguarda-se agora os resultados da perícia, para determinar as reais causas do acidente. Até o momento as causas são suposições extra-oficiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a funerária responsável em fazer os transportes dos corpos aos seus destinos, todos serão conduzidos ainda hoje. A família do Sr. Carlos Humberto (motorista da carreta) veio de Uberlândia, ficou até no final da tarde de ontem, na cidade de Patos de Minas, onde vieram cumprir os trâmites para a liberação e condução do corpo a cidade de origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;Comentário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;em&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;O dramático e triste fato, levou ao fim várias vida que haviam ido se divertir com as festas de fim de ano, na cidade do interior de SP, lá, lembraram dos seus entes queridos que ficaram para trás e compraram presentes. Ao retornarem, alegres e com planos em mente, foram surpreendidos por esta tragédia, ceifando tantas vidas e deixando outras amargando a dor da perda. Diante dos relatos dos sobreviventes, testemunhas e autoridades, nos leva a muitos questionamentos, mas, um que não me sai da cabeça é: &amp;quot;Até quando teremos que viver e reviver tragédias como estas para que as autoridades responsáveis em Legislar e fiscalizar irão manter-se alheios a fatos desta natureza?&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Atenção a quem vai fretar um veículo, busque informações junto aos órgãos legalizadores dos mesmos tais como DETRAN, ANTT e quantos outros tiverem conhecimentos; informe-se a respeito do motorista, busque conversar com outras pessoas que já viajaram, vejam se está há seguros adicionais acertados e etc... busque toda informação possível, pois, se for depender das autoridades, é nisso que vai culminar sua vida. Pois, só aparecem quando o fato já ocorreu, só para recolherem o que sobrou do que um dia teve importância na vida deles (políticos), para eles, só temos algum valor vivos e nas eleições, fora isso, a realidade é outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos acidente, infelizmente, são causados por imprudências, sejam elas: o simples ato de dirigir, embrigado, em alta velocidade, ultrapassagens em locais não permitidos, conduzir o veículo com cansaço, não fazer paradas regulamentares para um breve alongamento e etc... Que mais este acidente, que, certamente não será o último nos sirva de exemplos e nos leve a repensar alguns conceitos que temos sobre direção, velocidade, responsabilidade, estrada e o amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#008000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, lamentamos profundamente o ocorrido, mais este, e irmanados com Deus, levamos nossas condolências aos famíliares que sobreviveram por &amp;quot;milagra e vontade Divina&amp;quot;. Que Deus os conforte grandemente, que, apesar da difícil passagem desta fase, que ficará marcada para sempre na vida de cada um de vocês, Deus, possa está dando-lhes forças para seguir em frente, e assim, agradecer cada dia mais, por terem tido a oportunidade da sobrevivência... Lamento profundamente o fato, a vocês sobreviventes, que Deus lhes conforte e a vida continua. Aos que foram, estarão bem assistidos e confortáveis na presença do Senhor.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mortos&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;1. Carlos Humberto da Costa, 51 anos (motorista da carreta, morreu no hospital);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Adernael da Silva, 37 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Edmílson da Silva Almeida, 31 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Izabel Pinho dos Santos, 55 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Jonatan Ramos Rios, 21 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. José Milton da Silva Brito, 23 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Juliana Aparecida da Silva, 28 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Rafael Evangelista de Pinho, 61 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Sirle Lima Freitas Souza, 29 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 à 13. Mais quatro crianças. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff6600&quot;&gt;Feridos&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;1. Clodoaldo da Silva Brito, 26 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Dinalva Ferreira Gonçalves, 39 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Geiuza Santos de Pinho, 33 anos - (recebeu alta);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Maria de Fátima Silva Brito, (idade sem informação);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Paulo Roberto de Souza Rios (não foi informada idade);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. 1 criança (informações pessoais pendente).&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/carret10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/carret11.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/perici10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/van_de11.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/van_de12.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i14.servimg.com/u/f14/12/94/43/72/vitima10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fotos são creditadas a seguinte fonte: Fonte: &lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Eduardo Santoro/Patos Notícias&lt;/font&gt;  -  &lt;font size=&quot;2&quot;&gt;8/1/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link: &lt;a href=&quot;http://www.correiodeuberlandia.com.b/&quot;&gt;www.correiodeuberlandia.com.b&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edição Blog: Winston Sales&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://carangolanoticias.criarumblog.com/Primeiro-blog-b1/13-Mortos-num-acidente-Van-e-Carreta-em-Patos-de-Minas-BR365-b1-p75.htm</guid>
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		<title>O Programa Caso de Polícia mostra o que a prefeita não vê...</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-07T23:02:24Z</pubDate>
		<description>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Incansáveis vezes é levado ao ar, através da Tv Rio Doce, com os seus apresentadores Flávio e Jucélio e outros, as mais variadas maselas administrativas que assolam a população de Governador Valadares. Os últimos enfoques são relacionados a centenas de buracos espalhados por todo o canto da cidade, e que, apesar dos alertas a demora em se resolver a questão é primordial. A Prefeita Elisa Costa (PT) e seus comandados alegam escassêz de recursos, o que ocorre com muitas prefeituras mineiras... O curioso é, que sobra recursos para a divulgação de jornais informativos de forma bem conveniente, capricho, ou recurso, também utilizados por outras tantas prefeituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns a TV Rio Doce e toda equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esse tipo de linha editorial que o povo está carencendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns também a TV Leste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.casodepoliciagv.com.br/&quot;&gt;http://www.casodepoliciagv.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Lula mais uma vez é o primeiro no Racking da popularidade vejam..</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-07T21:51:22Z</pubDate>
		<description>Obama diz que Lula é o político mais popular da Terra, na última reunião do G2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://glauciananunes.files.wordpress.com/2009/04/obama-lula1.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente pode ser o cara mesmo!!! Apertos de mãos entre políticos não vem sozinho, sempre há algum interesse secreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A popularidade do Lula está diretamente liga as condições sociais e intelectuais da população. Entre os mais escolarizado apartir do Ensino Médio, foi percebido queda na popularidade, segundo observa-se na última pesquisa do Datafolha. Bolsa-escola (sabe-se Deus escola de quê?!&amp;quot; está sendo a melhor estratégia de campanha, já que, a maioria dos que são contemplados com o suposto auxílio não dispõe de um ensino decente, um sistema de saúde no mínimo à altura de um cidadão comum. Obama, deveria fazer visitas surpresas aos hospitais brasileiros, aos órgãos públicos e etc... Aí, ele vai sim, dizer que o Lula é o &amp;quot;kara&amp;quot;. Nada me convence que tal rasgação de ceda não venha acompanhada outros interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observei que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Foi no governo Lula (PT) que há uma liderança também no Ranking da corrupção; das maracutaias; das articulações escusas entre os poderes; lidera também as alas cifras furtada do herário público e malocadas &amp;quot;NOS CUECÕES, NOS PALETÓS, NOS MEIÕES E ATÉ LÁ!!!&amp;quot; Sabe onde né?! É lá mesmo onde está pensando;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O Governo petista lidera também o ranking de maior número de jovens e crianças envolvidas em toda sorte de crimes e violência das mais variadas. O datafolha não citou (não que eu saiba);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Outro destaque na liderança é o apoio e proteção à bandidos internacionais (mafiosos e assassinos), o que quase gera uma crise política entre Brasil x Itália no caso BATTISTI. Por que tanta proteção por parte STF?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto o que fica claro quanto a popularidade são os níveis intelectuais de uns e outros... Não que sejam culpados pelo o que está ocorrendo, mas são vítima de um sistema politico capicioso e calculista, que vislumbram de forma acertada de que, quanto maior for o número de analfabetos, semi-analfabetos ou mesmo aqueles que são incapazes de formarem sua própria opinião com base aos acontecimentos, para o sistema é interessante... Já que apenas 30% não aprova os escândalos e outras ocorrências dentro deste governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Lula Idealizador, idealizou e mantém a proteção aos anarquistas, invasores do MST. Alguém poderia me dizer quanto o MST paga de imposto? Quantos da totalidade dos membros do MST, que receberam terras, realmente apresentaram resultados de produtividade positivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil é o Samba do Crioulo Doido!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lema do Governo é o &amp;quot;Faça o que eu mando, mas, não faça o que eu faço&amp;quot; ou &amp;quot;Errar é humano, mas, perdoar é divino e sublime&amp;quot; (para livrar os vidas-sujas de punições e manter a popularidade);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o Obama sabe as quantas andam o PAC (Programa de Aceleração do Créscimento)???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não menospresando ninguém que não tenha estudo, pois eu, tenho só o ensino médio, cursado o último ano no Colégio Emília Esteve Marques de Carangoa-MG; com ótimos professores, claro, tinha uns lá que pelo amor de Deus, na faxina seria pior... Mas, eu como muitos outros, não havíamos parados de estudar e sim, de frequentar as salas de aulas. Ao inverso de outros tantos. Não significa que, quem tenha curso superior seja lá estas coisas, pois há cada um que Lula dá aulas a eles, incluindo alguns professores espalhados por este país...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, talves tal visão se explica a popularidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você, o que acha?!!! Abraços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto/fonte: internet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edição: Winston&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa: diversos sites.&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://carangolanoticias.criarumblog.com/Primeiro-blog-b1/Lula-mais-uma-vez-e-o-primeiro-no-Racking-da-popularidade-vejam-b1-p73.htm</guid>
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		<title>COMPONENTES SEMICONDUTORES DE POTÊNCIA</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-07T03:27:52Z</pubDate>
		<description>&lt;h1 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616655&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;COMPONENTES SEMICONDUTORES DE POTÊNCIA&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616681&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Diodos de Potência&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Um diodo semicondutor é uma estrutura P-N que, dentro de seus limites de tensão e de corrente, permite a passagem de corrente em um único sentido. Detalhes de funcionamento, em geral desprezados para diodos de sinal, podem ser significativos para componentes de maior potência, caracterizados por uma maior área (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas). A figura 3.1 mostra, simplificadamente, a estrutura interna de um diodo.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.1 Estrutura básica de um diodo semicondutor &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Aplicando-se uma tensão entre as regiões P e N, a diferença de potencial aparecerá na região de transição, uma vez que a resistência desta parte do semicondutor é muito maior que a do restante do componente (devido à concentração de portadores). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando se polariza reversamente um diodo, ou seja, se aplica uma tensão negativa no anodo (região P) e positiva no catodo (região N), mais portadores positivos (lacunas) migram para o lado N, e vice-versa, de modo que a largura da região de transição aumenta, elevando a barreira de potencial. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Por difusão ou efeito térmico, uma certa quantidade de portadores minoritários penetra na região de transição. São, então, acelerados pelo campo elétrico, indo até a outra região neutra do dispositivo. Esta corrente reversa independe da tensão reversa aplicada, variando, basicamente, com a temperatura. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Se o campo elétrico na região de transição for muito intenso, os portadores em trânsito obterão grande velocidade e, ao se chocarem com átomos da estrutura, produzirão novos portadores, os quais, também acelerados, produzirão um efeito de avalanche. Dado o aumento na corrente, sem redução significativa na tensão na junção, produz-se um pico de potência que destrói o componente. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Uma polarização direta leva ao estreitamento da região de transição e à redução da barreira de potencial. Quando a tensão aplicada superar o valor natural da barreira, cerca de 0,7V para diodos de Si, os portadores negativos do lado N serão atraídos pelo potencial positivo do anodo e vice-versa, levando o componente à condução. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Na verdade, a estrutura interna de um diodo de potência é um pouco diferente desta apresentada. Existe uma região N intermediária, com baixa dopagem. O papel desta região é permitir ao componente suportar tensões mais elevadas, pois tornará menor o campo elétrico na região de transição (que será mais larga, para manter o equilíbrio de carga). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Esta região de pequena densidade de dopante dará ao diodo uma significativa característica resistiva quando em condução, a qual se torna mais significativa quanto maior for a tensão suportável pelo componente. As camadas que fazem os contatos externos são altamente dopadas, a fim de fazer com que se obtenha um contato com característica ôhmica e não semi-condutor. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O contorno arredondado entre as regiões de anodo e catodo tem como função criar campos elétricos mais suaves (evitando o efeito de pontas). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;No estado bloqueado, pode-se analisar a região de transição como um capacitor, cuja carga é aquela presente na própria região de transição. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Na condução não existe tal carga, no entanto, devido à alta dopagem da camada P+, por difusão, existe uma penetração de lacunas na região N-. Além disso, à medida que cresce a corrente, mais lacunas são injetadas na região N-, fazendo com que elétrons venham da região N+ para manter a neutralidade de carga. Desta forma, cria-se uma carga espacial no catodo, a qual terá que ser removida (ou se recombinar) para permitir a passagem para o estado bloqueado do diodo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O comportamento dinâmico de um diodo de potência é, na verdade, muito diferente do de uma chave ideal, como se pode observar na figura 3.2. Suponha-se que se aplica uma tensão v&lt;sub&gt;i&lt;/sub&gt; ao diodo, alimentando uma carga resistiva (cargas diferentes poderão alterar alguns aspectos da forma de onda). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Durante t1, remove-se a carga acumulada na região de transição. Como ainda não houve significativa injeção de portadores, a resistência da região N- é elevada, produzindo um pico de tensão. Indutâncias parasitas do componente e das conexões também colaboram com a sobre-tensão. Durante t2 tem-se a chegada dos portadores e a redução da tensão para cerca de 1V. Estes tempos são, tipicamente, da ordem de centenas de ns. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;No desligamento, a carga espacial presente na região N- deve ser removida antes que se possa reiniciar a formação da barreira de potencial na junção. Enquanto houver portadores transitando, o diodo se mantém em condução. A redução em V&lt;sub&gt;on&lt;/sub&gt; se deve à diminuição da queda ôhmica. Quando a corrente atinge seu pico negativo é que foi retirado o excesso de portadores, iniciando-se, então, o bloqueio do diodo. A taxa de variação da corrente, associada às indutâncias do circuito, provoca uma sobre-tensão negativa. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Diodos rápidos possuem t&lt;sub&gt;rr&lt;/sub&gt; da ordem de, no máximo, poucos micro-segundos, enquanto nos diodos normais é de dezenas ou centenas de micro-segundos. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O retorno da corrente a zero, após o bloqueio, devido à sua elevada derivada e ao fato de, neste momento, o diodo já estar desligado, é uma fonte importante de sobretensões produzidas por indutâncias parasitas associadas aos componentes por onde circula tal corrente. A fim de minimizar este fenômeno foram desenvolvidos os diodos &amp;quot;soft-recovery&amp;quot;, nos quais esta variação de corrente é suavizada, reduzindo os picos de tensão gerados. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Em aplicações nas quais o diodo comuta sob tensão nula não se observa o fenômeno da recombinação reversa.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.2. Estrutura típica de diodo de potência.e&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Formas de onda típicas de comutação de diodo de potência.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616682&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Tiristor&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O nome tiristor engloba uma família de dispositivos semicondutores que operam em regime chaveado, tendo em comum uma estrutura de 4 camadas semicondutoras numa sequência p-n-p-n, apresentando um funcionamento biestável. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O tiristor de uso mais difundido é o SCR (Retificador Controlado de Silício), usualmente chamado simplesmente de tiristor. Outros componentes, no entanto, possuem basicamente uma mesma estrutura: LASCR (SCR ativado por luz), também chamado de LTT (Light Triggered Thyristor), TRIAC (tiristor triodo bidirecional), DIAC (tiristor diodo bidirecional), GTO (tiristor comutável pela porta), MCT (Tiristor controlado por MOS). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616683&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Princípio de funcionamento&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O tiristor é formado por quatro camadas semicondutoras, alternadamente p-n-p-n, possuindo 3 terminais: &lt;em&gt;anodo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;catodo&lt;/em&gt;, pelos quais flui a corrente, e a &lt;em&gt;porta (ou gate) &lt;/em&gt;que, a uma injeção de corrente, faz com que se estabeleça a corrente anódica. A figura 3.3 ilustra uma estrutura simplificada do dispositivo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Se entre anodo e catodo tivermos uma tensão positiva, as junções J1 e J3 estarão diretamente polarizadas, enquanto a junção J2 estará reversamente polarizada. Não haverá condução de corrente até que a tensão Vak se eleve a um valor que provoque a ruptura da barreira de potencial em J2 [3.1]. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Se houver uma tensão Vgk positiva, circulará uma corrente através de J3, com portadores negativos indo do catodo para a porta. Por construção, a camada P ligada à porta é suficientemente estreita para que parte destes elétrons que cruzam J3 possuam energia cinética suficiente para vencer a barreira de potencial existente em J2, sendo então atraídos pelo anodo.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.3 Funcionamento básico do tiristor e seu símbolo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Desta forma, a junção reversamente polarizada tem sua diferença de potencial diminuída e estabelece-se uma corrente entre anodo e catodo, que poderá persistir mesmo na ausência da corrente de porta. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando a tensão Vak for negativa, J1 e J3 estarão reversamente polarizadas, enquanto J2 estará diretamente polarizada. Uma vez que a junção J3 intermedia regiões de alta dopagem, ela não é capaz de bloquear tensões elevadas, de modo que cabe à junção J1 manter o estado de bloqueio do componente. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;É comum fazer-se uma analogia entre o funcionamento do tiristor e o de uma associação de dois transistores, conforme mostrado na figura 3.4.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.4 Analogia entre tiristor e transistores&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando uma corrente Ig positiva é aplicada, Ic2 e Ik crescerão. Como Ic2 = Ib1, T1 conduzirá e teremos Ib2=Ic1 + Ig, que aumentará Ic2 e assim o dispositivo evoluirá até a saturação, mesmo que Ig seja retirada. Tal efeito cumulativo ocorre se os ganhos dos transistores forem maior que 1. O componente se manterá em condução desde que, após o processo dinâmico de entrada em condução, a corrente de anodo tenha atingido um valor superior ao limite I&lt;sub&gt;L&lt;/sub&gt;, chamado de corrente de &amp;quot;latching&amp;quot;. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Para que o tiristor deixe de conduzir é necessário que a corrente por ele caia abaixo do valor mínimo de manutenção (I&lt;sub&gt;H&lt;/sub&gt;), permitindo que se restabeleça a barreira de potencial em J2. Para a comutação do dispositivo não basta, pois, a aplicação de uma tensão negativa entre anodo e catodo. Tal tensão reversa apressa o processo de desligamento por deslocar nos sentidos adequados os portadores na estrutura cristalina, mas não garante, sozinha, o desligamento. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Devido a características construtivas do dispositivo, a aplicação de uma polarização reversa do terminal de gate não permite a comutação do SCR. Este será um comportamento dos GTOs, como se verá adiante. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616684&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Maneiras de disparar um tiristor&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Podemos considerar cinco maneiras distintas de fazer com que um tiristor entre em conducão:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;a) Tensão&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando polarizado diretamente, no estado desligado, a tensão de polarização é aplicada sobre a junção J2. O aumento da tensão Vak leva a uma expansão da região de transição tanto para o interior da camada do gate quanto para a camada N adjacente. Mesmo na ausência de corrente de gate, por efeito térmico, sempre existirão cargas livre que penetram na região de transição (no caso, elétrons), as quais são aceleradas pelo campo elétrico presente em J2. Para valores elevados de tensão (e, consequentemente, de campo elétrico), é possível iniciar um processo de avalanche, no qual as cargas aceleradas, ao chocarem-se com átomos vizinhos, provoquem a expulsão de novos portadores, os quais reproduzem o processo. Tal fenômeno, do ponto de vista do comportamento do fluxo de cargas pela junção J2, tem efeito similar ao de uma injeção de corrente pelo gate, de modo que, se ao se iniciar a passagem de corrente for atingido o limiar de I&lt;sub&gt;L&lt;/sub&gt;, o dispositivo se manterá em condução. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;b) Ação da corrente positiva de porta&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Sendo o disparo através da corrente de porta a maneira mais usual de ser ligado o tiristor, é importante o conhecimento dos limites máximos e mínimos para a tensão Vgk e a corrente Ig, como mostrados na figura 3.6. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O valor Vgm indica a mínima tensão de gate que garante a condução de todos os componentes de um dado tipo, na mínima temperatura especificada. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O valor Vgo é a máxima tensão de gate que garante que nenhum componente de um dado tipo entrará em condução, na máxima temperatura de operação. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A corrente Igm é a mínima corrente necessária para garantir a entrada em condução de qualquer dispositivo de um certo tipo, na mínima temperatura. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Para garantir a operação correta do componente, a reta de carga do circuito de acionamento deve garantir a passagem além dos limites Vgm e Igm, sem exceder os demais limites (tensão, corrente e potência máximas).&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.5 Característica estática do tiristor.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.6 Condições para disparo de tiristor através de controle pela porta.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;c) Taxa de crescimento da tensão direta&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando reversamente polarizadas, a área de transição de uma junção comporta-se de maneira similar a um capacitor, devido ao campo criado pela carga espacial. Considerando que praticamente toda a tensão está aplicada sobre a junção J2 (quando o SCR estiver desligado e polarizado diretamente), a corrente que atravessa tal junção é dada por:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;(3.1)&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Onde C&lt;sub&gt;j&lt;/sub&gt; é a capacitância da junção. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando V&lt;sub&gt;ak&lt;/sub&gt; cresce, a capacitância diminui, uma vez que a região de transição aumenta de largura. Entretanto, se a taxa de variação da tensão for suficientemente elevada, a corrente que atravessará a junção pode ser suficiente para levar o tiristor à condução. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Uma vez que a capacitância cresce com o aumento da área do semicondutor, os componentes para correntes mais elevadas tendem a ter um limite de dv/dt menor. Observe-se que a limitação diz respeito apenas ao crescimento da tensão direta (V&lt;sub&gt;ak&lt;/sub&gt; &amp;gt; 0). A taxa de crescimento da tensão reversa não é importante, uma vez que as correntes que circulam pelas junções J1 e J3, em tal situação, não tem a capacidade de levar o tiristor a um estado de condução. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Como se verá adiante, utilizam-se circuitos RC em paralelo com os tiristores com o objetivo de limitar a velocidade de crescimento da tensão direta sobre eles. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;d) Temperatura&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A altas temperaturas, a corrente de fuga numa junção p-n reversamente polarizada dobra aproximadamente com o aumento de 8&lt;sup&gt;o &lt;/sup&gt;C. Assim, a elevação da temperatura pode levar a uma corrente através de J2 suficiente para levar o tiristor à condução.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;e) Energia radiante&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Energia radiante dentro da banda espectral do silício, incidindo e penetrando no cristal, produz considerável quantidade de pares elétron-lacuna, aumentando a corrente de fuga reversa, possibilitando a condução do tiristor. Este tipo de acionamento é o utilizado nos LASCR, cuja aplicação principal é em sistemas que operam em elevado potencial, onde a isolação necessária só é obtida por meio de acoplamentos óticos. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616685&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Parâmetros básicos de tiristores&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Apresentaremos a seguir alguns parâmetros típicos de tiristores e que caracterizam condições limites para sua operação [3.2]. Alguns já foram apresentados e comentados anteriormente e serão, pois, apenas citados aqui.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;a) Tensão direta de ruptura (VBO) &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;b) Máxima tensão reversa (VBR) &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;c) Máxima corrente de anodo (Ia max): pode ser dada como valor RMS, médio, de pico e/ou instantâneo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;d) Máxima temperatura de operação (Tj max): temperatura acima da qual, devido a um possível processo de avalanche, pode haver destruição do cristal. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;e) Resistência térmica (Rth): é a diferença de temperatura entre 2 pontos especificados ou regiões, dividido pela potência dissipada sob condições de equilíbrio térmico. É uma medida das condições de fluxo de calor do cristal para o meio externo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;f) Característica I2t: é o resultado da integral do quadrado da corrente de anodo num determinado intervalo de tempo, sendo uma medida da máxima potência dissipável pelo dispositivo. É dado básico para o projeto dos circuitos de proteção. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;g) Máxima taxa de crescimento da tensão direta Vak (dv/dt). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;h) Máxima taxa de crescimento da corrente de anodo (di/dt): fisicamente, o início do processo de condução de corrente pelo tiristor ocorre no centro da pastilha de silício, ao redor da região onde foi construída a porta, espalhando-se radialmente até ocupar toda a superfície do catodo, à medida que cresce a corrente. Mas se a corrente crescer muito rapidamente, antes que haja a expansão necessária na superfície condutora, haverá um excesso de dissipação de potência na área de condução, danificando a estrutura semicondutora. Este limite é ampliado para tiristores de tecnologia mais avançada fazendo-se a interface entre gate e catodo com uma maior área de contato, por exemplo, &#039;interdigitando&amp;quot; o gate. A figura 3.7 ilustra este fenômeno. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;i) Corrente de manutenção de condução (I&lt;sub&gt;H&lt;/sub&gt;): a mínima corrente de anodo necessária para manter o tiristor em condução. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;j) Corrente de disparo (I&lt;sub&gt;L&lt;/sub&gt;): mínima corrente de anodo requerida para manter o SCR ligado imediatamente após ocorrer a passagem do estado desligado para o ligado e ser removida a corrente de porta. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;k) Tempo de disparo (ton): é o tempo necessário para o tiristor sair do estado desligado e atingir a plena condução. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;l) Tempo de desligamento (toff): é o tempo necessário para a transição entre o estado de condução e o de bloqueio. É devido a fenômenos de recombinação de portadores no material semicondutor. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;m) Corrente de recombinação reversa (Irqm): valor de pico da corrente reversa que ocorre durante o intervalo de recombinação dos portadores na junção. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A figura 3.8 ilustra algumas destas características.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.7 Expansão da área de condução do tiristor a partir das vizinhanças da região de gate.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.8: Características do tiristor&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616686&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Circuitos &lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;de excitação do gate&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;a) Condução&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Conforme foi visto, a entrada em condução de um tiristor é controlada pela injeção de uma corrente no terminal da porta, devendo este impulso estar dentro da área delimitada pela figura 3.6. Por exemplo, para um dispositivo que deve conduzir 100 A, um acionador que forneça uma tensão Vgk de 6V com impedância de saída 12 ohms é adequado. A duração do sinal de disparo deve ser tal que permita à corrente atingir I&lt;sub&gt;L&lt;/sub&gt; quando, então, pode ser retirada. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Observamos ser bastante simples o circuito de disparo de um SCR e, dado o alto ganho do dispositivo, as exigências quando ao acionamento são mínimas.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;b) Comutação&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Se, por um lado, é fácil a entrada em condução de um tiristor, o mesmo não se pode dizer de sua comutação. Lembramos que a condição de desligamento é qua a corrente de anodo fique abaixo do valor I&lt;sub&gt;H&lt;/sub&gt;. Se isto ocorrer, juntamente com a aplicação de uma tensão reversa, o bloqueio se dará mais rapidamente. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Não existe uma maneira de se desligar o tiristor através de seu terminal de controle, sendo necessário algum arranjo ao nível do circuito de anodo para reduzir a corrente principal. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;b.1) Comutação Natural &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;É utilizada em sistemas de ca nos quais, em função do caráter ondulatório da tensão de entrada, em algum instante a corrente tenderá a se inverter e terá, assim, seu valor diminuído abaixo de I&lt;sub&gt;H&lt;/sub&gt;, desligando o tiristor. Isto ocorrerá desde que, num intervalo inferior a t&lt;sub&gt;off&lt;/sub&gt;, não cresça a tensão direta Vak, o que poderia levá-lo novamente à condução. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A figura 3.8.1 mostra um circuito de um controlador de tensão ca, alimentando uma carga RL, bem como as respectivas formas de onda. Observe que quando a corrente se anula a tensão sobre a carga se torna zero, indicando que nenhum dos SCRs está em condução.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.8.1 Controlador de tensão ca com carga RL e formas de onda típicas.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;b.2) Comutação por ressonância da carga &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Em algumas aplicações específicas, é possível que a carga, pela sua dinâmica própria, faça com que a corrente tenda a se inverter, fazendo o tiristor desligar. Isto ocorre, por exemplo, quando existem capacitâncias na carga as quais, ressoando com as indutâncias do circuito produzem um aumento na tensão ao mesmo tempo em que reduzem a corrente. Caso a corrente se torne menor do que a corrente de manutenção e o tiristor permaneça reversamente polarizado pelo tempo suficiente, haverá o seu desligamento. A tensão de entrada pode ser tanto ca quanto cc. A figura 3.8.2 ilustra tal comportamento. Observe que enquanto o tiristor conduz a tensão de saída, vo(t) é igual à tensão de entrada. Quando a corrente se anula e S1 desliga, o que se observa é a tensão imposta pela carga ressonante. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.8.2 Circuito e formas de onda de comutação por ressonância da carga.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;b.3) Comutação forçada &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;É utilizada em circuitos com alimentação cc e nos quais não ocorre reversão no sentido da corrente de anodo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A idéia básica deste tipo de comutação é oferecer à corrente de carga um caminho alternativo ao tiristor, enquanto se aplica uma tensão reversa sobre ele, desligando-o. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Antes do surgimento dos GTOs, este foi um assunto muito discutido, buscando-se topologias eficientes. Com o advento dos dispositivos com comutação pelo gate, os SCRs tiveram sua aplicação concentrada nas aplicações nas quais ocorrem comutação natural ou pela carga. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A figura 3.8.3 mostra um circuito para comutação forçada de SCR e as formas de onda típicas. A figura 3.8.4 mostra detalhes de operação do circuito auxiliar de comutação. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Em um tempo anterior a to, a corrente da carga (suposta quase constante, devido à elevada constante de tempo do circuito RL) passa pelo diodo de circulação. A tensão sobre o capacitor é negativa, com valor igual ao da tensão de entrada. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Em t1 o tiristor principal, Sp, é disparado, conectando a fonte à carga, levando o diodo Df ao desligamento. Ao mesmo tempo surge uma malha formada por Sp, Cr, D2 e Lr, a qual permite a ocorrência de uma ressonância entre Cr e Lr, levando à inversão na polaridade da tensão do capacitor. Em t1 a tensão atinge seu máximo e o diodo D2 desliga (pois a corrente se anula). O capacitor está preparado para realizar a comutação de Sp. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quanto o tiristor auxiliar, Sa, é disparado, em t2, a corrente da carga passa a ser fornecida através do caminho formado por Lr, Sa e Cr, levando a corrente por Sp a zero, ao mesmo tempo em que se aplica uma tensão reversa sobre ele, de modo a desligá-lo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Continua a haver corrente por Cr, a qual, em t3, se torna igula à corrente da carga, fazendo com que a variação de sua tensão assuma uma forma linear. Esta tensão cresce (no sentido negativo) até levar o diodo de circulação à condução, em t4. Como ainda existe corrente pelo indutor Lr, ocorre uma pequena oscilação na malha Lr, Sa, Cr e D2 e, quando a corrente por Sa se anula, o capacitor se descarrega até a tensão Vcc na malha formada por Cr, D1, Lr, fonte e Df.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 18pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.8.3 Topologia com comutação forçada de SCR e formas de onda típicas.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.8.4 Detalhes das formas de onda durante comutação.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616687&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Redes Amaciadoras&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O objetivo destas redes é evitar problemas advindos de excessivos valores para dv/dt e di/dt, conforme descrito anteriormente. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;a) O problema di/dt&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Uma primeira medida capaz de limitar possíveis danos causados pelo crescimento excessivamente rápido da corrente de anodo é construir um circuito acionador de gate adequado, que tenha alta derivada de corrente de disparo para que seja também rápida a expansão da área condutora. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Um reator saturável em série com o tiristor também limitará o crescimento da corrente de anodo durante a entrada em condução do dispositivo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Além deste fato tem-se outra vantagem adicional que é a redução da potência dissipada no chaveamento pois, quando a corrente de anodo crescer, a tensão V&lt;sub&gt;ak&lt;/sub&gt; será reduzida pela queda sobre a indutância. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 12pt&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O atraso no crescimento da corrente de anodo pode levar à necessidade de um pulso mais longo de disparo, ou ainda a uma sequência de pulsos, para que seja assegurada a condução do tiristor.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;b) O problema do dv/dt&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A limitação do crescimento da tensão direta V&lt;sub&gt;ak&lt;/sub&gt;, usualmente é feita pelo uso de circuitos RC, RCD, RLCD em paralelo com o dispositivo, como mostrado na figura 3.9.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;(a) (b) (c)&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.9: Circuitos amaciadores para dv/dt&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;No caso mais simples (a), quando o tiristor é comutado, a tensão Vak segue a dinâmica dada por RC que, além disso desvia a corrente de anodo facilitando a comutação. Quando o SCR é ligado o capacitor descarrega-se, ocasionando um pico de corrente no tiristor, limitado pelo valor de R. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;No caso (b) este pico pode ser reduzido pelo uso de diferentes resistores para os processos de carga e descarga de C. No 3&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt; caso, o pico é limitado por L, o que não traz eventuais problemas de alto di/dt. A corrente de descarga de C auxilia a entrada em condução do tiristor, uma vez que se soma à corrente de anodo proveniente da carga. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A energia acumulada no capacitor é praticamente toda dissipada sobre o resistor de descarga. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616688&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Associação em Paralelo de Tiristores&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Desde o início da utilização do tiristor, em 1958, têm crescido constantemente os limites de tensão e corrente suportáveis, atingindo hoje faixas de 5000 V e 4000 A. Há, no entanto, diversas aplicações nas quais é necessária a associação de mais de um destes componentes, seja pela elevada tensão de trabalho, seja pela corrente exigida pela carga. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando a corrente de carga, ou a margem de sobre-corrente necessária, não pode ser suportada por um único tiristor, é essencial a ligação em paralelo. A principal preocupação neste caso é a equalização da corrente entre os dispositivos, tanto em regime, como durante o chaveamento. Diversos fatores influem na distribuição homogênea da corrente, desde aspectos relacionados à tecnologia construtiva do dispositivo, até o arranjo mecânico da montagem final. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Existem duas tecnologias básicas de construção de tiristores, diferindo basicamente no que se refere à região do catodo e sua junção com a região da porta. A tecnologia de difusão cria uma região de fronteira entre catodo e gate pouco definida, formando uma junção não-uniforme, que leva a uma característica de disparo (especialmente quanto ao tempo de atraso e à sensibilidade ao disparo) não homogênea. A tecnologia epitaxial permite fronteiras bastante definidas, implicando numa maior uniformidade nas características do tiristor. Conclui-se assim que, quando se faz uma associação (série ou paralela) destes dispositivos, é preferível empregar componentes de construção epitaxial [3.3]. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Em ligações paralelas de elementos de baixa resistência, um fator crítico para a distribuição de corrente são variações no fluxo concatenado pelas malhas do circuito, dependendo, pois, das indutâncias das ligações. Outro fator importante relaciona-se com a característica do coeficiente negativo de temperatura do dispositivo, ou seja, um eventual desequilíbrio de corrente provoca uma elevação de temperatura no SCR que, por sua vez, melhora as condições de condutividade do componente, aumentando ainda mais o desequilíbrio, podendo levá-lo à destruição [3.4]. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Uma primeira precaução para reduzir estes desbalanceamentos é realizar uma montagem de tal maneira que todos os tiristores estejam a uma mesma temperatura, o que pode ser feito, por exemplo, pela montagem em um único dissipador. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;No que se refere à indutância das ligações, a própria disposição dos componentes em relação ao barramento afeta significativamente esta distribuição de corrente. Arranjos cilíndricos tendem a apresentar um menor desequilíbrio. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Estado estacionário&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Além das considerações já feitas quanto à montagem mecânica, algumas outras providências podem ser tomadas para melhorar o equilíbrio de corrente nos tiristores:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;a) Impedância série&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A idéia é adicionar impedâncias em série com cada componente a fim de limitar o eventual desequilíbrio. Se a corrente crescer num ramo, haverá aumento da tensão, o que fará com que a corrente se distribua entre os demais ramos. O uso de resistores implica no aumento das perdas, uma vez que dado o nível elevado da corrente, a dissipação pode atingir centenas de watts, criando problemas de dissipação e eficiência. Outra alternativa é o uso de indutores lineares.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;b) Reatores acoplados&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Conforme ilustrado na figura 3.10, se a corrente por SCR1 tende a se tornar maior que por SCR2, uma força contra-eletro-motriz aparecerá sobre a indutância, proporcionalmente ao desbalanceamento, tendendo a reduzir a corrente por SCR3. Ao mesmo tempo uma tensão é induzida do outro lado do enrolamento, aumentando a corrente por SCR2. As mais importantes características do reator são alto valor da saturação e baixo fluxo residual, para permitir uma grande excursão do fluxo a cada ciclo.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.10: Equalização de corrente com reatores acoplados&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Disparo&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Há duas características do tiristor bastante importantes para boa divisão de corrente entre os componentes no momento em que se deve dar o início da condução: o tempo de atraso (td) e a mínima tensão de disparo (Von&lt;sub&gt;min&lt;/sub&gt;). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O tempo de atraso pode ser interpretado como o intervalo entre a aplicação do sinal de porta e a real condução do tiristor. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A mínima tensão de disparo é o valor mínimo da tensão direta entre &lt;em&gt;anodo e catodo&lt;/em&gt; com a qual o tiristor pode ser ligado por um sinal adequado de porta. Recorde-se, da característica estática do tiristor, que quanto menor a tensão Vak, maior deve ser a corrente de gate para levar o dispositivo à condução. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Diferenças em td podem fazer com que um componente entre em condução antes do outro. Com carga indutiva este fato não é tão crítico pela inerente limitação de di/dt da carga, o que não ocorre com cargas capacitivas e resistivas. Além disso, como Von&lt;sub&gt;min&lt;/sub&gt; é maior que a queda de tensão direta sobre o tiristor em condução, é possível que nem seja factível ao outro dispositivo entrar em condução. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Esta situação é crítica quando se acoplam diretamente os tiristores, sendo minimizada através dos dispositivos de equalização já descritos e ainda por sinais de porta de duração maior que o tempo de atraso. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Desligamento&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Especialmente com carga indutiva, deve-se prever algum tipo de arranjo que consiga manter o equilíbrio de corrente mesmo que haja diferentes características entre os tiristores (especialmente relacionadas com os tempos de desligamento). A capacitância do circuito amaciador limita o desbalanceamento, uma vez que absorve a corrente do tiristor que começa a desligar. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Circuito de disparo&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A corrente de porta deve ser alvo de atenções. O uso de um único circuito de comando para acionar todos os tiristores minimiza os problemas de tempos de atraso. Além disso, deve-se procurar usar níveis iguais de corrente e tensão de porta, uma vez que influem significativamente no desempenho do disparo. Para minimizar os efeitos das diferenças nas junções porta-catodo de cada componente pode-se fazer uso de um resistor ou indutor em série com a porta, para procurar equalizar os sinais. É importante que se tenha atingido a corrente de disparo (I&lt;sub&gt;L&lt;/sub&gt;) antes da retirada do pulso de porta, o que pode levar à necessidade de circuitos mais elaborados para fornecer a energia necessária. Uma seqüência de pulsos também pode ser empregada. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616689&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Associação em série de tiristores&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando o circuito opera com tensão superior àquela suportável por um único tiristor, é preciso associar estes componentes em série, com precauções para garantir a distribuição equilibrada de tensão entre eles. Devido a diferenças nas correntes de bloqueio, capacitâncias de junção, tempos de atraso, quedas de tensão direta e recombinação reversa, redes de equalização externa são necessárias, bem como cuidados quanto ao circuito de disparo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A figura 3.11 indica uma possível distribuição de tensão numa associação de 3 tiristores, nas várias situações de operação. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Durante os estados de bloqueio direto e reverso (I e VI), diferenças nas características de bloqueio resultam em desigual distribuição de tensão em regime. Ou seja, o tiristor com menor condutância quando bloqueado terá de suportar a maior tensão. É interessante, então, usar dispositivos com características o mais próximas possível. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Os estados de condução (III e IV) não apresentam problema de distribuição de tensão. Estados II e V representam um desbalanceamento indesejado durante os transientes de disparo e comutação. No estado II o tempo de atraso do SCR1 é consideravelmente mais longo que o dos outros e, assim, terá que, momentaneamente, suportar toda a tensão. O estado V resulta dos diferentes tempos de recombinação dos componentes. O primeiro a se recombinar suportará toda a tensão.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.11: Tensões em associação de tiristores sem rede de equalização.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Estado estacionário&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O método usual de equalizar tensões nas situações I e VI é colocar uma rede resistiva com cada resistor conectado entre anodo e catodo de cada tiristor. Estes resistores representam consumo de potência, sendo desejável usar os de maior valor possível. O projeto do valor da resistência deve considerar a diferença nos valores das correntes de bloqueio direta e reversa. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Disparo&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Um método que pode ser usado para minimizar o desequilíbrio do estado II é fornecer uma corrente de porta com potência suficiente e de rápido crescimento, para minimizar as diferenças relativas ao tempo de atraso. A largura do pulso deve ser tal que garanta a continuidade da condução de todos os tiristores. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Desligamento&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Para equalizar a tensão no estado V um capacitor é ligado entre anodo e catodo de cada tiristor. Se a impedância do capacitor é suficientemente baixa e/ou se utiliza a constante de tempo necessária, o crescimento da tensão no dispositivo mais rápido será limitado até que todos se recombinem. Esta implementação também alivia a situação no disparo, uma vez que realiza uma injeção de corrente no tiristor, facilitando a entrada em condução de todos os dispositivos. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Mas se o capacitor providencia excelente equalização de tensão, o pico de corrente injetado no componente no disparo pode ser excessivo, devendo ser limitado por meio de um resistor em série com o capacitor. É interessante um alto valor de R e baixo valor de C para, com o mesmo RC, obter pouca dissipação de energia. Mas se o resistor for de valor muito elevado será imposta uma tensão de rápido crescimento sobre o tiristor, podendo ocasionar disparo por dv/dt. Usa-se então um diodo em paralelo com o resistor, garantindo um caminho de carga pra o capacitor, enquanto a descarga se faz por R. O diodo deve ter uma característica suave de recombinação para evitar efeitos indesejáveis associados às indutâncias parasitas das ligações. Recomenda-se o uso de capacitores de baixa indutância parasita. A figura 3.12 ilustra tais circuitos de equalização. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.12. Circuito de equalização de tensão em associação série de tiristores.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Circuito de disparo&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Em muitas aplicações, devido à necessidade de isolamento elétrico entre o circuito de comando e o de potência, o sinal de disparo deve ser isolado por meio de algum dispositivo como, por exemplo, transformadores de pulso ou acopladores óticos. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;a) Transformador de pulso&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Neste caso, tem-se transformadores capazes de responder apenas em alta frequência, mas que possibilitam a transferência de pulsos de curta duração (até centenas de microsegundos), após o que o transformador satura. Caso seja necessário um pulso mais largo, ele poderá ser obtido por meio de um trem de pulsos, colocando-se um filtro passa-baixas no lado de saída. Com tais dispositivos deve-se prever algum tipo de limitação de tensão no secundário (onde está conectado o gate), a fim de evitar sobretensões. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando se usar transformador de pulso é preciso garantir que ele suporte pelo menos a tensão de pico da alimentação. Como as condições de disparo podem diferir cosideravelmente entre os tiristores, é comum inserir uma impedância em série com a porta para evitar que um tiristor com menor impedância de porta drene o sinal de disparo, impedindo que os demais dispositivos entrem em condução. Esta impedância em série pode ser um resistor ou um capacitor, que tornaria mais rápido o crescimento do pulso de corrente. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;em&gt;b) Acoplamento luminoso&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O acoplamento ótico apresenta como principal vantagem a imunidade a interferências eletromagnéticas, além da alta isolação de potencial. Dois tipos básicos de acopladores são usados: os opto-acopladores e as fibras óticas. No primeiro caso tem-se um dispositivo onde o emissor e o receptor estão integrados, apresentando uma isolação típica de 2500V. Já para as fibras óticas, o isolamento pode ser de centenas de kV. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A potência necessária para o disparo é provida por duas fontes: uma para alimentar o emissor (em geral a própria fonte do circuito de controle) e outra para o lado do receptor. Eventualmente, a própria carga armazenada no capacitor do circuito amaciador (ou rede de equalização), através de um transformador de corrente, pode fornecer a energia para o lado do receptor, a partir da corrente que circula pelo tiristor, assegurando potência durante todo o período de condução [3.5].&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.13: Circuitos de acionamento de pulso. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616690&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Sobre-tensão&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;As funções gerais da proteção contra sobre-tensão são: assegurar, tão rápido quanto possível, que qualquer falha em algum componente afete apenas aquele tiristor diretamente associado ao componente; aumentar a confiabilidade do sistema; evitar reações na rede (como excitação de ressonâncias). Estas sobre-tensões podem ser causadas tanto por ações externas como por distribuição não homogênea das tensões entre os dispositivos. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Em aplicações onde as perdas provocadas pelos resistores de equalização devem ser evitadas, a distribuição de tensão pode ser realizada pelo uso de retificadores de avalanche controlada, que também atuam no caso de sobre-tensões. Uma possível restrição ao uso de supressores de sobre-tensão (geralmente de óxido metálico, os varistores), é que a falha em um certo componente (um curto em um tiristor) pode levar a uma sobrecarga nos demais supressores, provocando uma destruição em cascata de todos. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A fim de evitar disparos indesejados dos tiristores em virtude do aumento repentino da tensão, superando o limite de dv/dt ou o valor da máxima tensão direta de bloqueio, deve-se manter uma polarização negativa no terminal da porta, aumentado o nível de tensão suportável. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616691&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Resfriamento&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;As características do tiristor são fornecidas a uma certa temperatura da junção. O calor produzido na pastilha deve ser dissipado, devendo transferir-se da pastilha para o encapsulamento, deste para o dissipador e daí para o meio de refrigeração (ar ou líquido) [3.6]. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Este conjunto possui uma capacidade de armazenamento de calor, ou seja, uma constante de tempo térmica, que permite sobrecargas de corrente por períodos curtos. Tipicamente esta constante é da ordem de 3 minutos para refrigeração a ar. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A temperatura de operação da junção deve ser muito menor que o máximo especificado. Ao aumento da temperatura corresponde uma diminuição na capacidade de suportar tensões no estado de bloqueio. Tipicamente esta temperatura não deve exceder 120&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;C. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O sistema de refrigeração deve possuir redundância, ou seja, uma falha no sistema deve pôr em operação um outro, garantindo a troca de calor necessária. Existem várias maneiras de implementar as trocas: circulação externa de ar filtrado, circulação interna de ar (com trocador de calor), refrigeração com líquido, etc. A escolha do tipo de resfriamento é influenciada pelas condições ambientais e preferências do usuário. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616692&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;GTO - Gate Turn-Off Thyristor&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O GTO, embora tenha sido criado no início da década de 60 [3.7], por problemas de fraco desempenho foi pouco utilizado. Com o avanço da tecnologia de construção de dispositivos semicondutores, novas soluções foram encontradas para aprimorar tais componentes, que hoje ocupam significativa faixa de aplicação, especialmente naquelas de elevada potência, uma vez que estão disponíveis dispositivos para 5000V, 4000A. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616693&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Princípio de funcionamento&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O GTO possui uma estrutura de 4 camadas, típica dos componentes da família dos tiristores. Sua característica principal é sua capacidade de entrar em condução e bloquear através de comandos adequados no terminal de gate. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O mecanismo de disparo é semelhante ao do SCR: supondo-o diretamente polarizado, quando a corrente de gate é injetada, circula corrente entre gate e catodo. Grande parte de tais portadores, como a camada de gate é suficientemente fina, desloca-se até a camada N adjacente, atravessando a barreira de potencial e sendo atraídos pelo potencial do anodo, dando início à corrente anódica. Se esta corrente se mantiver acima da corrente de manutenção, o dispositivo não necessita do sinal de gate para manter-se conduzindo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A figura 3.14 mostra o símbolo do GTO e uma representação simplificada dos processos de entrada e saída de condução do componente. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A aplicação de uma polarização reversa na junção gate-catodo pode levar ao desligamento do GTO. Portadores livres (lacunas) presentes nas camadas centrais do dispositivo são atraídos pelo gate, fazendo com que seja possível o reestabelecimento da barreira de potencial na junção J2. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.14. Símbolo, processos de chaveamento e estrutura interna de GTO.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Aparentemente seria possível tal comportamento também no SCR. As diferenças, no entanto, estão no nível da construção do componente. O funcionamento como GTO depende, por exemplo, de fatores como: &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;facilidade de extração de portadores pelo terminal de gate - isto é possibilitado pelo uso de dopantes com alta mobilidade &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;desaparecimento rápido de portadores nas camadas centrais - uso de dopante com baixo tempo de recombinação. Isto implica que um GTO tem uma maior queda de tensão quando em condução, comparado a um SCR de mesmas dimensões. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;suportar tensão reversa na junção porta-catodo, sem entrar em avalanche - menor dopagem na camada de catodo &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;absorção de portadores de toda superfície condutora - região de gate e catodo muito interdigitada, com grande área de contato. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Diferentemente do SCR, um GTO &lt;em&gt;pode&lt;/em&gt; não ter capacidade de bloquear tensões reversas. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Existem 2 possibilidades de construir a região de anodo: uma delas é utilizando apenas uma camada p+, como nos SCR. Neste caso o GTO apresentará uma característica lenta de comutação, devido à maior dificuldade de extração dos portadores, mas suportará tensões reversas na junção J3. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A outra alternativa, mostrada na figura 3.15, é introduzir regiões n+ que penetrem na região p+ do anodo, fazendo contato entre a região intermediária n- e o terminal de anodo. Isto, virtualmente, curto-circuita a junção J1 quando o GTO é polarizado reversamente. No entanto, torna-o muito mais rápido no desligamento (com polarização direta). Como a junção J3 é formada por regiões muito dopadas, ela não consegue suportar tensões reversas elevadas. Caso um GTO deste tipo deva ser utilizado em circuitos nos quais fique sujeito a tensão reversa, ele deve ser associado em série com um diodo, o qual bloqueará a tensão. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616694&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Parâmetros básicos do GTO&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Os símbolos utilizados pelos diversos fabricantes diferem [3.8], embora as grandezas representadas sejam, quase sempre, as mesmas. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Vdrxm - Tensão de pico, repetitiva, de estado desligado: sob condições dadas, é a máxima tensão instantânea permissível, em estado desligado, que não ultrapasse o dv/dt máximo, aplicável repetidamente ao GTO. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;It - Corrente (RMS) de condução: máxima corrente (valor RMS) que pode circular continuamente pelo GTO. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Itcm - Corrente de condução repetitiva controlável: máxima corrente repetitiva, cujo valor instantâneo ainda permite o desligamento do GTO, sob determinadas condições. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;I2t: escala para expressar a capacidade de sobrecorrente não-repetitiva, com respeito a um pulso de curta duração. É utilizado no dimensionamento dos fusíveis de proteção. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;di/dt: taxa de crescimento máxima da corrente de anodo. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Vgrm - Tensão reversa de pico de gate repetitiva: máxima tensão instantânea permissível aplicável à junção gate-catodo. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;dv/dt: máxima taxa de crescimento da tensão direta de anodo para catodo. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;I&lt;sub&gt;H&lt;/sub&gt; - corrente de manutenção: Corrente de anodo que mantém o GTO em condução mesmo na ausência de corrente de porta. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;I&lt;sub&gt;L&lt;/sub&gt; - corrente de disparo: corrente de anodo necessária para que o GTO entre em condução com o desligamento da corrente de gate. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;t&lt;sub&gt;gt&lt;/sub&gt; - tempo de disparo: tempo entre a aplicação da corrente de gate e a queda da tensão V&lt;sub&gt;ak&lt;/sub&gt;. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;t&lt;sub&gt;gq&lt;/sub&gt; - tempo de desligamento: tempo entre a aplicação de uma corrente negativa de gate e a queda da corrente de anodo (t&lt;sub&gt;gq&lt;/sub&gt;=t&lt;sub&gt;s&lt;/sub&gt;+t&lt;sub&gt;f&lt;/sub&gt;) &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;	&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;t&lt;sub&gt;s&lt;/sub&gt; - tempo de armazenamento &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616695&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Condições do sinal de porta para chaveamento&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Desde que, geralmente, o GTO está submetido a condições de alto di/dt, é necessário que o sinal de porta também tenha rápido crescimento, tendo um valor de pico relativamente elevado [3.9]. Deve ser mantido neste nível por um tempo suficiente (t&lt;sub&gt;w1&lt;/sub&gt;) para que a tensão V&lt;sub&gt;ak&lt;/sub&gt; caia a seu valor de condução direta. É conveniente que se mantenha a corrente de gate durante todo o período de condução, especialmente se a corrente de anodo for pequena, de modo a garantir o estado &amp;quot;ligado&amp;quot;. A figura 3.16 ilustra as formas de corrente recomendadas para a entrada em condução e também para o desligamento. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Durante o intervalo &amp;quot;ligado&amp;quot; existe uma grande quantidade de portadores nas camadas centrais do semicondutor. A comutação do GTO ocorrerá pela retirada destes portadores e, ainda, pela impossibilidade da vinda de outros das camadas ligadas ao anodo e ao catodo, de modo que a barreira de potencial da junção J2 possa se reestabelecer. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O grande pico reverso de corrente apressa a retirada dos portadores. A taxa de crescimento desta corrente relaciona-se com o temo de armazenamento, ou seja, o tempo decorrido entre a aplicação do pulso negativo e o início da queda (90%) da corrente de anodo. Quanto maior for a derivada, menor o tempo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando a corrente drenada começa a cair, a tensão reversa na junção gate-catodo cresce rapidamente, ocorrendo um processo de avalanche. A tensão negativa de gate deve ser mantida próxima ao valor da tensão de avalanche. A potência dissipada neste processo é controlada (pela própria construção do dispositivo). Nesta situação a tensão V&lt;sub&gt;ak&lt;/sub&gt; cresce e o GTO desliga. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Para evitar o disparo do GTO por efeito dv/dt, uma tensão reversa de porta pode ser mantida durante o intervalo de bloqueio do dispositivo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O ganho de corrente típico, no desligamento, é baixo (de 5 a 10), o que significa que, especialmente para os GTOs de alta corrente, o circuito de acionamento, por si só, envolve a manobra de elevadas correntes. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Figura 3.16. Formas de onda típicas do circuito de comando de porta de GTO.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;a name=&quot;_Toc363616696&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Circuitos amaciadores (snubber)&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;margin: auto 0cm&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Desligamento&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Durante o desligamento, com o progressivo restabelecimento da barreira de potencial na junção reversamente polarizada, a corrente de anodo vai se concentrando em áreas cada vez menores, concentrando também os pontos de dissipação de potência. Uma limitação da taxa de crescimento da tensão, além de impedir o gatilhamento por efeito dv/dt, i</description>
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		<title>Professores, pais e sociedade em geral, leiam&#8207;</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-03T07:08:37Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 10px; text-indent: 15px&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#003300&quot;&gt;Essa realidade nao é apenas de São Paulo!!! É do &amp;quot;Brazil&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiam e repassem, para ser perfeita essa PPS só faltou mostrar o argumento que os alunos usam quando os prefessores dizem que precisam estudar mais, que só a Educação melhora uma Nação!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querem saber o que eles dizem?! Lá vai!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que estudar se o Lula (presidente) só cursou a 4ª série e chegou á Presidência da Republica?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor tem vontade de implodir, mas, assim como o aluno, acaba se alienando, pois sua avaliação depende da aprovação de alunos desse tipo!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo que algum professor o reprove, o sistema cuida para que ele seja &amp;quot;aprovado&amp;quot;!!! Coisas do PT... e Viva as Bolsas, escola, bolsa familia e etc... etc... que rende alguns trocados e não exige nada em troca, nem uma mí­sera nota 50 de média!!! Afinal, quem paga somos nós mesmos!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pps refere-se ao estado de São Paulo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas, isso é uma realidade brasileira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vergonha e projeto petista... é por isso que o ní­vel profissional está cada dia pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#003300&quot;&gt;Foi me Enviado por uma professora responsável, leitora do www.carangolanoticias.criarumblog.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sra. Clara Klein klein - de Carangola, domingo, 20 de setembro de 2009 3:30:29&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 10px; text-indent: 15px&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#003300&quot;&gt;E aí­?! O que me dizem??? &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>STF Papai Noel e Delúbio, Valério e José Genoíno absolvidos</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-03T06:51:04Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Brasília. O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) absolveu ontem o deputado federal José Genoíno (PT-SP), o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza da acusação de gestão fraudulenta pelo placar de 5 votos a 3. O crime teria sido cometido num suposto empréstimo concedido ao PT pelo banco BMG, que teria sido avalizado por Delúbio. Os ministros da Corte entenderam que o crime de gestão fraudulenta somente pode ser imputado aos gestores do banco, no caso, o BMG, não aos tomadores do empréstimo.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;A partir de agora, eles ainda são acusados de falsidade ideológica. Na principal ação penal do mensalão, Delúbio também responde por corrupção ativa e formação de quadrilha.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Durante o julgamento, a defesa de Delúbio sustentou que seu cliente ´nunca foi coisa alguma do BMG´. ´Quem pede o empréstimo não tem a gestão´, explicou o relator do pedido julgado pelo STF, ministro Marco Aurélio Mello.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;´No caso, a acusação é de que teria havido falsificação de documento para obtenção de empréstimo. Vão responder por falsidade ideológica´, disse o ministro, acrescentando que o tribunal manteve a acusação por esse crime. Segundo Marco Aurélio, na denúncia havia uma ´generalização extravagante´. O ministro acrescentou que o direito penal não admite que uma pessoa responda dois processos pelo mesmo delito.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;A decisão do STF aliviou a situação de Genoino, Delúbio, Marcos Valério e outras pessoas – como Renilda Maria Santiago Fernandes de Souza, Ramon Hollerbach Cardoso, Cristiano de Mello Paz e Rogério Lanza Tolentino – que são acusadas de envolvimento no suposto empréstimo ilegal obtido junto ao BMG.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot;&gt;Quem é condenado por falsidade ideológica pode ser punido com reclusão de 1 a 3 anos e multa. Já para quem comete gestão fraudulenta a pena é de 3 a 12 anos e pagamento de multa. Quanto aos gestores do banco acusados de envolvimento no empréstimo irregular ao PT, eles responderão por gestão fraudulenta.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Diário do Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>MP441, CAI A MÁSCARA, GOVERNO QUER DAR CALOTE</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-03T04:53:32Z</pubDate>
		<description>&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;strong&gt;Temos que ficar atentos a tentativa de calote!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Só para banqueiros e empresários, foram liberados 10 Bilhões. Apesar da baixa de juros no Estados Unidos e Europa, no Brasil, o Comitê de Política Monetária (COPOM) informa que pode aumentar a taxa SELIC, no próximo encontro. Mais encargos para os pobres trabalhadores...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;CAIU A MÁSCARA: GOVERNO ARTICULA CALOTE NA MP 441.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A presença do senador Delcídio Amaral, no programa da CNT, Jogo do Poder, na noite deste dia 5 de novembro de 2008, trouxe angústia para os servidores abrangidos pela MP 441. Em determinado momento, sob severas críticas dos jornalistas, que alegavam absurdos pela concessão de reajustes “generosos” nas medidas provisórias, o senador saiu-se com esta bomba: “Não  estamos preocupados na Comissão de Orçamento, pois o ministro Paulo Bernardo nos avisou que há um dispositivo, no final da MP, que condiciona a concessão de reajustes ao fluxo de caixa do governo, podendo haver cancelamento e até postergação desses reajustes”. A seguir, colocamos os artigos finais da MP 441 onde há realmente dispositivos que podem prejudicar o cumprimento do calendário dos reajustes. A máscara do governo caiu e agora temos que articular grande pressão para que os senadores não permitam que, mais uma vez, a conta das crises financeiras do governo seja paga pelos servidores. SERVIDOR EM AÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(MP 441) Art. 322.  A implementação dos efeitos financeiros decorrentes da criação de vantagens, das alterações de vencimentos, subsídios e remunerações e das reestruturações de carreiras ou cargos instituídas por meio de leis ou medidas provisórias até 31 de dezembro de 2008 nos exercícios de 2009, 2010 e 2011 fica condicionada à existência de disponibilidade orçamentária e financeira para a realização da despesa, conforme estimativa feita nos termos do art. 17 da Lei Complementar no 101, 4 de maio de 2000, quando do encaminhamento das respectivas proposições legislativas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1o  A demonstração da existência de disponibilidade orçamentária e financeira de que trata o caput caberá aos Ministros de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Fazenda, a ser efetuada por meio do relatório de que trata o art. 52 da Lei Complementar no 101, de 2001, até sessenta dias antes do início dos efeitos financeiros referidos no caput. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2o  O comportamento da receita corrente líquida e as medidas adotadas para o cumprimento das metas de resultados fiscais no período considerado poderão ensejar a antecipação ou a postergação da data de início dos efeitos financeiros referidos no caput, em cada exercício financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é moralidade? Fazer articulações para dar prejuízos aos outros não pagando o que deve. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a atitude de quem tem o mínimo de decência? Esta é a verdadeira cara do PT!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me diz, o que acham desse tipo de manobra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a benfeitoria do PT?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a forma de Governo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.assibge.org/forum/index.php?topic=6553.0&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>LISTAGEM DOS ESCÂNDALOS NOS GOVERNOS BRASILEIRO</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-02T23:55:28Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;LISTA DOS ESCÂNDALOS REGISTRADOS NOS GOVERNOS DO BRASIL NOS ÚLTIMOS 30 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;ENTRE 1974 AO ATUAL (Lula)&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governo Geisel - General Ernesto Geisel (1974-1979)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;1. &lt;span&gt;        &lt;/span&gt;Caso Wladimir Herzog;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;span&gt;        &lt;/span&gt;Caso Manuel Fiel Filho; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Lutfala; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;span&gt;        &lt;/span&gt;Caso Atalla; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;span&gt;        &lt;/span&gt;Ângelo Calmon de Sá (ministro acusado de passar um gigantesco cheque sem fundos);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. &lt;span&gt;        &lt;/span&gt;Lei Falcão (1976); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. &lt;span&gt;        &lt;/span&gt;Pacote de Abril (1977);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Cassações de Parlamentares no Governo Geisel (subversão);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Grandes Mordomias dos Ministros no Governo Geisel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Governo João Batista Figueiredo (1979-1985)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;1.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Capemi;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso do Grupo Delfim; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Mandioca; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Brasilinvest; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo das Polonetas; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do Instituto Nacional de Assistência Médica do INAMPS; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Morel; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Crime da Mala; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Coroa-Brastel; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo das Jóias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Governo José Sarney (1985-1990)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;1.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;CPI da Corrupção; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do Ministério das Comunicações (grande número de concessões de rádios e TVs para políticos aliados ou não ao Sarney. A concessão é em troca de cargos, votos ou apoio ao presidente); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Chiarelli (Dossiê do Antônio Carlos Magalhães contra o senador Carlos Chiarelli ou &amp;quot;Dossiê Chiarelli&amp;quot;); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso &lt;span&gt;Ibrahim Abi Akel&lt;/span&gt;; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Administração de Orestes Quércia; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do Contrabando das Pedras Preciosas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Governo Collor (1990-1992)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;1.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Aprovação da Lei da Privatização das Estatais; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Programa Nacional de Desestatização; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do INSS (ou Escândalo da Previdência Social); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do BCCI (ou caso Sérgio Corrêa da Costa); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Ceme (Central de Medicamentos); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da LBA; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Esquema PP; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Esquema PC (Caso Collor); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Eletronorte; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do FGTS; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Ação Social; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do BC; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Merenda; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo das Estatais; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo das Comunicações; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Vasp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Aeronáutica; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Fundo de Participação; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do BB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Governo Itamar Franco (1992-1995)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;1.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Centro Federal de Inteligência (Criação da CFI para combater corrupção em todas as esferas do governo); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Edmundo Pinto; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra a Seca) (ou caso Inocêncio Oliveira); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da IBF (Indústria Brasileira de Formulários); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Previdência Social); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Irregularidades no Programa Nacional de Desestatização; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Nilo Coelho; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Eliseu Resende; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Queiroz Galvão (em Pernambuco); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Telemig (Minas Gerais); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Jogo do Bicho (ou Caso Castor de Andrade) (no Rio de Janeiro); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Ney Maranhão; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Pau-brasil (Pau-brasil Engenharia e Montagens); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Administração de Roberto Requião; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Cruz Vermelha Brasileira; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso José Carlos da Rocha Lima; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Colac (no Rio Grande do Sul); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Fundação Padre Francisco de Assis Castro Monteiro (em Ibicuitinga, Ceará); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Administração de Antônio Carlos Magalhães (Bahia); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Administração de Jaime Campos (Mato Grosso); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Administração de Roberto Requião (Paraná); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Administração de Ottomar Pinto (em Roraima); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Sudene de Pernambuco; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Prefeitura de Natal (no Rio Grande do Norte); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;CPI do Detran (em Santa Catarina); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Restaurante Gulliver (tentativa do governador Ronaldo Cunha Lima matar o governador antecessor Tarcísio Burity, por causa das denúncias de Irregularidades na Sudene de Paraíba); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;CPI do Pó (em Paraíba); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Estacom (em Tocantins); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Orçamento da União (ou Escândalo dos Anões do Orçamento ou CPI do Orçamento); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Compra e Venda dos Mandatos dos Deputados do PSD; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Ricupero (também conhecido como &amp;quot;Escândalo das Parabólicas&amp;quot;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;Governo FHC (1995-2003)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#000000&quot;&gt;1.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do Sivam (Primeira grave crise do governo FHC); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Pasta Rosa; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da CONAN; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Administração de Paulo Maluf; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do BNDES (verbas para socorrerem ex-estatais privatizadas); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Telebrás; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso PC Farias; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Compra de Votos Para Emenda da Reeleição; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Venda da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Previdência; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Administração do PT (primeira denúncia contra o Partido dos Trabalhadores desde a fundação em 1980, feito pelo militante do partido Paulo de Tarso Venceslau); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Precatórios; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Banestado; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Encol; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Mesbla; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Banespa; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Desvalorização do Real; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Fiscais de São Paulo (ou Máfia dos Fiscais); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Mappin; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Dossiê Cayman (ou Escândalo do Dossiê Cayman ou Escândalo do Dossiê Caribe); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Grampos Contra FHC e Aliados; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Judiciário; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Bancos; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;CPI do Narcotráfico; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;CPI do Crime Organizado; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo FHC;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Banda Podre; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Medicamentos (grande número de denúncias de remédios falsificados ou que não curaram pacientes); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Quebra do Monopólio do Petróleo (criação da ANP); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Transbrasil; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Pane DDD do Sistema Telefônico Privatizado (o &amp;quot;Caladão&amp;quot;); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Desvios de Verbas do TRT-SP (Caso Nicolau dos Santos Neto, o &amp;quot;Lalau&amp;quot;); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Administração da Roseana Sarney (Maranhão); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Corrupção na Prefeitura de São Paulo (ou Caso Celso Pitta); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Sudam; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Sudene; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Banpará; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Quebra do Sigilo do Painel do Senado; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalos no Senado em 2001; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Administração de Mão Santa (Piauí); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Lunus (ou Caso Roseana Sarney); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Acidentes Ambientais da Petrobrás; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Abuso de Medidas Provisórias (5.491); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Abafamento das CPIs no Governo do FHC; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governo Lula (desde 2003)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#000000&quot;&gt;Obs:=&amp;gt; Este artigo ou seção é sobre um evento atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação apresentada pode mudar rapidamente. Sábado 02 de janeiro de 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ver artigo principal: A Crise Política do Governo Lula.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;1.&lt;strong&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Caso Pinheiro Landim;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Celso Daniel; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Caso Toninho do PT; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo do Propinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;CPI do Banestado; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Irregularidades do Fome Zero; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Ministério do Trabalho; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Operação Anaconda; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso José Eduardo Dutra; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Frangos (em Roraima); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Expulsão dos Políticos do PT; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da ONG Agora; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Corpos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Henrique Meirelles; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Cássio Caseb; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Kroll; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Conselho Federal de Jornalismo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Vampiros; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo das Fotos de Herzog; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Antônio Celso Cipriani; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Irregularidades na Bolsa-Escola; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Flamarion Portela; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Irregularidades na Bolsa-Família; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do IRB; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Nova-data; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Usina de Itaipu; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo das Furnas; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Leão &amp;amp; Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão &amp;amp; Leão); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Secom; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Valerioduto; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da CPEM; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Marka/FonteCindam; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Dólares na Cueca; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;58.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Banco Santos; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo Daniel Dantas - Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Interbrazil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso Toninho da Barcelona; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Caso dos Dólares de Cuba; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Doação de Roupas da Lu Alckmin (esposa do Geraldo Alckimin); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;65.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;66.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Nossa Caixa; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;67.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;68.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo das Cartilhas do PT; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;69.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Proer; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;71.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Fundos de Pensão; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Grampos na Abin; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Foro de São Paulo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;74.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Mensalinho; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;76.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;69 CPIs Abafadas pelo Geraldo Alckmin (em São Paulo); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;79.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Crise da Varig; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;80.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;CPI da Imigração Ilegal; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;83.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;CPI do Tráfico de Armas; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;84.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST (Movimento de Libertação dos Sem Terra); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Operação Confraria; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;87.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Operação Dominó; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;88.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Operação Saúva; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;89.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;90.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;92.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Grampos no TSE; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;93.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;94.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;ONG Unitrabalho; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;95.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo dos Fiscais do IBAMA do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;96.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Escândalo da Renascer em Cristo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;97.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Crise no Setor Aéreo Brasileiro; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;98.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;CPI das ONGs; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;99.&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;Operação Testamento; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;CPI do Apagão Aéreo (Câmara dos Deputados); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;101.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;CPI da Crise Aérea (Senado Federal e Câmara dos Deputados); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;102.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;103.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Operação Navalha; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;104.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Operação Xeque-Mate; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;105.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Operação Moeda Verde; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;106.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Caso Renan Calheiros; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;107.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Operação Sétimo Céu; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;108.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Operação Hurricane II (também conhecida Operação Furacão II); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;109.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Caso Joaquim Roriz (ou Operação Aquarela); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;110.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Operação Hurricane III (também conhecida Operação Furacão III); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;111.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Operação Águas Profundas (também conhecida como Caso Petrobras); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;112.&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;Escândalo do Corinthians (ou caso MSI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;================================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Fonte:&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_esc%C3%A2ndalos_de_corrup%C3%A7%C3%A3o_no_Brasil&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#000000&quot;&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_esc%...3%A3o_no_Brasil&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot; color=&quot;#000000&quot;&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sala das Sessões, 23 de agosto de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chico Alencar - Líder do PSOL-RJ &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;Há qualquer momento a lista estará sendo atualizada... &amp;quot;E Viva Os Govenantes Barasileiros!...&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Governador Valadares está sendo preparada para os próximos 20 anos</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-12-31T05:15:35Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;No informativo da prefeitura de Valadares, II Edição, dezembro de 2009, pág. 2, a prefeita diz que Valadares está sendo preparada para os próximos 20 anos. Ao que se vê, desde o início de seu mandato é muito burado pelas calçadas, os quais já vitimou algumas pessoas, que por ignorância ou desconhecimento não acionou a justiça para requerer idenização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cito à rua da Bahia com a Marechal Floriano, a calçada se encontra com enormes e variados buracos, os quais acumulam água cinzenta e mal cheirosa, propícia a proliferação moscas e etc. As fotos na pág. 9 mostra operários tapando buracos e garis fazendo a limpeza... &amp;quot;muito conveniente!&amp;quot; A verdade é, que ruas estão cheias de mato e buracos, calçadas com toda sorte de obstáculos, além dos já citadas buraqueiras. A referida limpeza pode está ocorrendo sim em muitos pontos da cidade, mas, outros tantos estão a &amp;quot;deus-arah&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso do &amp;quot;cinto-de-segurança&amp;quot; parece ser proibido em Valadares, haja visto que, de dez ônibus da Valadarense apenas um motorista estava usando cinto, isso não é privilégio apenas dos motoristas de ônibus não, autoridades são flagradas a todo instante circulando com a viatura sem fazerem uso do cinto, o que é obrigatório aos demais cidadãos, sujeito a pesadas multas. Se o mal exemplo parte de quem tem o dever de coibir, o que mais pode se esperar?! As imagens estarão sendo divulgadas em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tapa Bruacos: meros paliativos de curta duração, a TV Leste por várias vezes mostrou o fato, e vem chamando a atenção para inúmeros problemas que não foram citados no informativo de conveniência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comerciantes, atravessam veículos na calçada, forçando o transeunte a ir para a rua, sob o risco de ser atropelado, isso, ocorre nas barbas das autoridades &amp;quot;responsáveis&amp;quot; em fiscalizar e tomar providências. Porém, nada, as vistas grossas se sobrepõe ao desrepeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O multirão não limpou a cidade, a não ser que a cidade citada pela prefeita compreenda apenas os arredores da prefeitura, aí sim! O bairro de Lourdes e outros tantos, continuam sujos e mal cuidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ver o que irá ocorrer daqui prá frente...&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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